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Bolívia promove organização das nações originárias
Frente à Conferência Mundial dos Povos sobre Mudança Climática, de 20 a 22 de abril em Cochabamba, o governo boliviano promove desde hoje a União das Nações Originárias e Operárias (UNO).
Fonte
Prensa Latina
Data
Frente à Conferência Mundial dos Povos sobre Mudança Climática, de 20 a 22 de abril em Cochabamba, o governo boliviano promove desde hoje a União das Nações Originárias e Operárias (UNO).
Segundo explicou o presidente Evo Morales, essa aliança não é alternativa à Organização das Nações Unidas (ONU), mas sua voz deverá ser ouvida na comunidade internacional, em defesa dos direitos da Mãe Terra.
Em um ato ontem na capital valluna para recordar o décimo aniversário da denominada guerra da água, Morales informou que da cúpula social deve sair uma grande organização mundial para defender o planeta, a vida e a humanidade, ameaçados pelo capitalismo e pela sociedade de consumo.
Só assim -assegurou- a ONU, os chefes de Estado do mundo, podem escutar as reivindicações dos povos indígenas e originários, que clamam seus direitos em defesa da Pachamama (Mãe Terra).
Em declarações à Rádio Pátria Nova, Morales assinalou ontem que a UNO não pretenderá suplantar a ONU.
Morales lidera um movimento mundial em defesa do meio ambiente e defende a redução da emissão de gases de efeito estufa.
O governante boliviano disse que a criação da nova organização mundial será posta à consideração de uma cúpula multilateral, prevista no balneário mexicano de Cancún, em dezembro deste ano.
O dignatário destacou também a resposta a sua convocação à conferência dos povos, para a qual se espera a presença de mais de sete mil delegados de mais de 100 países dos cinco continentes, bem como personalidades, intelectuais, artistas e cientistas.
A escritora canadense Naomi Klein, o nicaraguense Miguel D'Escoto, ex-presidente da Assembleia Geral da ONU, o ativista francês José Bové, o prêmio Nobel da Paz argentino Adolfo Pérez Esquivel e o ator estadunidense Danny Glover, destacam-se entre os convidados especiais.
Na Conferência se tratarão 17 temas em igual quantidade de mesas de trabalho, entre eles, a celebração de um referendo mundial sobre as medidas para proteger o meio ambiente, a iniciativa da Bolívia, além da criação de um Tribunal Internacional de justiça climática.
Segundo explicou o presidente Evo Morales, essa aliança não é alternativa à Organização das Nações Unidas (ONU), mas sua voz deverá ser ouvida na comunidade internacional, em defesa dos direitos da Mãe Terra.
Em um ato ontem na capital valluna para recordar o décimo aniversário da denominada guerra da água, Morales informou que da cúpula social deve sair uma grande organização mundial para defender o planeta, a vida e a humanidade, ameaçados pelo capitalismo e pela sociedade de consumo.
Só assim -assegurou- a ONU, os chefes de Estado do mundo, podem escutar as reivindicações dos povos indígenas e originários, que clamam seus direitos em defesa da Pachamama (Mãe Terra).
Em declarações à Rádio Pátria Nova, Morales assinalou ontem que a UNO não pretenderá suplantar a ONU.
Morales lidera um movimento mundial em defesa do meio ambiente e defende a redução da emissão de gases de efeito estufa.
O governante boliviano disse que a criação da nova organização mundial será posta à consideração de uma cúpula multilateral, prevista no balneário mexicano de Cancún, em dezembro deste ano.
O dignatário destacou também a resposta a sua convocação à conferência dos povos, para a qual se espera a presença de mais de sete mil delegados de mais de 100 países dos cinco continentes, bem como personalidades, intelectuais, artistas e cientistas.
A escritora canadense Naomi Klein, o nicaraguense Miguel D'Escoto, ex-presidente da Assembleia Geral da ONU, o ativista francês José Bové, o prêmio Nobel da Paz argentino Adolfo Pérez Esquivel e o ator estadunidense Danny Glover, destacam-se entre os convidados especiais.
Na Conferência se tratarão 17 temas em igual quantidade de mesas de trabalho, entre eles, a celebração de um referendo mundial sobre as medidas para proteger o meio ambiente, a iniciativa da Bolívia, além da criação de um Tribunal Internacional de justiça climática.
