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Sindicatos uruguaios efetuam ato solidário por antiterroristas cubano
A central operária uruguaia PIT-CNT efetuará hoje um ato solidário dedicado a cinco antiterroristas cubanos presos nos Estados Unidos, com a presença de Olga Salanueva, esposa de René González, um dos condenados.
Fonte
Prensa Latina
Data
A central operária uruguaia PIT-CNT efetuará hoje um ato solidário dedicado a cinco antiterroristas cubanos presos nos Estados Unidos, com a presença de Olga Salanueva, esposa de René González, um dos condenados.
Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerrero e Fernando González completam desde 1998 extensas penas de cárcere desde 17 anos até dupla pena perpétua, por alertar de planos terroristas contra Cuba organizados em solo norte-americano.
René já cumpriu sua condenação, mas recebeu uma injustificada sanção adicional de permanecerem outros três anos em território da União.
Salanueva, junto com Abel Rivero, dirigente da Central de Trabalhadores da ilha, foram convidados pelo governante Frente Amplo e o PIT-CNT para impulsionar a cruzada pela liberdade dos Cinco, como se lhes conhece internacionalmente aos lutadores, e participar no ato central pelo 1 de maio.
A esposa de René cumpre nesta quinta-feira seu quarto dia neste país, que incluirá um encontro no departamento (província) de Rocha, a 210 quilômetros ao nordeste de Montevidéu, com as principais autoridades regionais.
Salanueva reuniu-se ontem com a Comissão de Gênero e o Secretariado Executivo do PIT-CNT, ambas na sede sindical, e com a intendenta de Montevidéu, Ana Olivera, na própria casa da comuna.
A representante da ilha agradeceu a solidariedade dos uruguaios e recabó a ajuda por todas as vias possíveis para a libertação total dos Cinco porque a única justiça possível, disse, é a libertação.
Fernando Gambera, integrante do secretariado da organização, declarou a Prensa Latina que "o depoimento de Olga é certamente comovedor".
"Um casal com a convicção de que estão fazendo a luta necessária é uma aprendizagem", comentou e qualificou de infame o bloqueio que mantêm sobre a maior das Antilhas as autoridades estadunidenses.
"Não querem deixar de bloquear a Cuba para evitar um salto de qualidade na vida de seus moradores", acrescentou Gambera.
Olivera, por sua vez, expressou sua total solidariedade com os antiterroristas da nação caribenha, e fez questão de fazer tudo o possível por conseguir a total libertação.
Destacou que neste caso, "além da injustiça e do caráter político que tem a prisão que foram objeto os Cinco, há um aspecto de caráter humanitário, e todos esses motivos nos unem para fazer o que podámos a favor desta causa".
Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerrero e Fernando González completam desde 1998 extensas penas de cárcere desde 17 anos até dupla pena perpétua, por alertar de planos terroristas contra Cuba organizados em solo norte-americano.
René já cumpriu sua condenação, mas recebeu uma injustificada sanção adicional de permanecerem outros três anos em território da União.
Salanueva, junto com Abel Rivero, dirigente da Central de Trabalhadores da ilha, foram convidados pelo governante Frente Amplo e o PIT-CNT para impulsionar a cruzada pela liberdade dos Cinco, como se lhes conhece internacionalmente aos lutadores, e participar no ato central pelo 1 de maio.
A esposa de René cumpre nesta quinta-feira seu quarto dia neste país, que incluirá um encontro no departamento (província) de Rocha, a 210 quilômetros ao nordeste de Montevidéu, com as principais autoridades regionais.
Salanueva reuniu-se ontem com a Comissão de Gênero e o Secretariado Executivo do PIT-CNT, ambas na sede sindical, e com a intendenta de Montevidéu, Ana Olivera, na própria casa da comuna.
A representante da ilha agradeceu a solidariedade dos uruguaios e recabó a ajuda por todas as vias possíveis para a libertação total dos Cinco porque a única justiça possível, disse, é a libertação.
Fernando Gambera, integrante do secretariado da organização, declarou a Prensa Latina que "o depoimento de Olga é certamente comovedor".
"Um casal com a convicção de que estão fazendo a luta necessária é uma aprendizagem", comentou e qualificou de infame o bloqueio que mantêm sobre a maior das Antilhas as autoridades estadunidenses.
"Não querem deixar de bloquear a Cuba para evitar um salto de qualidade na vida de seus moradores", acrescentou Gambera.
Olivera, por sua vez, expressou sua total solidariedade com os antiterroristas da nação caribenha, e fez questão de fazer tudo o possível por conseguir a total libertação.
Destacou que neste caso, "além da injustiça e do caráter político que tem a prisão que foram objeto os Cinco, há um aspecto de caráter humanitário, e todos esses motivos nos unem para fazer o que podámos a favor desta causa".
