Outorgam a Correa máxima distinção de Sociedade José Martí
A Sociedade Cultural José Martí outorgou ao presidente equatoriano, Rafael Correa, sua máxima distinção "A utilidade da virtude", em reconhecimento a sua luta pela integração de Nossa América e a obra realizada em favor de seu povo.
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Prensa Latina
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A Sociedade Cultural José Martí outorgou ao presidente equatoriano, Rafael Correa, sua máxima distinção "A utilidade da virtude", em reconhecimento a sua luta pela integração de Nossa América e a obra realizada em favor de seu povo.

A fundamentação, aplaudida pelos participantes na VII sessão ampliada do Conselho Mundial do Projeto de Solidariedade Internacional, reconhece também a atitude valente e digna de Correa frente "ao Norte revolto e brutal que nos despreza", como disse Martí.

Por resolução de Armando Hart, em nome da Sociedade Cultural José Martí e do Programa Martiano, recebeu a distinção "Honrar Honra" a ministra de Cultura de Equador, Erika Silva, pelo fortalecimento dos laços históricos entre ambos países.

O palco da Capela do Homem serviu uma vez mais para cumprir o propósito de seu criador, o mestre Oswaldo Guayasamín, ao ressaltar o pensamento do apóstolo cubano, José Martí, e do herói equatoriano Eloy Alfaro, na reunião do Conselho Mundial.

A Declaração Final aprovada por destacados intelectuais de 10 países considerou de grande significação e simbolismo que esta VII Reunião coincida com o aniversário 170 do natalício do prócer equatoriano Eloy Alfaro.

O líder da Revolução Radical neste país, junto com Martí, "foram exponentes da tradição latino americanista e bolivariana, do amor pela justiça e a dignidade humana que hoje também se reflete na liderança do presidente Rafael Correa", sublinha o documento.

"É justo admirar em Correa, agrega, sua entrega desinteressada e exemplar conduta à frente dos destinos de Equador, seu protagonismo internacional impulsionando a integração de Nossa América, sua sensibilidade cultural e sua defesa da dignidade plena do homem".

O Conselho Mundial respaldou os pronunciamentos dos principais líderes latino-americanos e das Caribe de condenação aos acontecimentos de Paraguai, onde o presidente eleito constitucionalmente, Fernando Lugo, foi deposto por um golpe de Estado de novo tipo.

A atividade esteve presidida junto a Silva por Héctor Hernández, coordenador executivo do Projeto José Martí; Pedro Martínez, subdiretor de Rádio Habana Cuba; Pablo Guayasamín, presidente da Fundação Guayasamín; o intelectual dominicano Max Puig e o reitor da Universidade Central equatoriana, Edgar Samaniego.

Entre os assistentes estava o embaixador de Cuba em Equador, Jorge Rodríguez, os encarregados de negócios da Nicarágua, Venezuela e Bolívia, servidores públicos do governo e representantes do mundo cultural deste país andino.