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Expõem a acadêmicos caso de antiterroristas cubanos
A situação de cinco cubanos condenados nos Estados Unidos a penas de até duas prisões perpétuas em um julgamento realizado em Miami, com ampla propaganda midiática contrária, está exposta hoje para especialistas na América Latina reunidos em Washington.
Fonte
Prensa Latina
Data
A situação de cinco cubanos condenados nos Estados Unidos a penas de até duas prisões perpétuas em um julgamento realizado em Miami, com ampla propaganda midiática contrária, está exposta hoje para especialistas na América Latina reunidos em Washington.
O caso, que na opinião de especialistas consultados por Prensa Latina é político por natureza sem nada acver com a justiça, é apresentado mediante discos, documentos e textos no XXXI Congresso da Associação de Estudos Latino-americanos, que acontece aqui desde ontem.
O Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco cubanos sustenta em um documento exposto na exhibición de livros do Congresso recorda que militares estadunidenses declararam no processo que eles nunca ameaçaram a segurança dos Estados Unidos.
Na realidade, afirma a organização, eles lutavam contra o terrorismo ao infiltrar-se em grupos violentos com sede em Miami, para evitar mais ações criminosas contra Cuba como as que causaram quase 3.500 mortes.
Um critério dos ativistas pela liberdade dos Cinco, é que a informação sobre o caso se oculta pelos grandes meios de difusão, pois ao se conhecer fica claro que faz parte da política anticubana dos governos estadunidenses por mais de meio século.
Outro dos argumentos indica que as autoridades estadunidenses evidenciam uma dupla moral ao condenar a pessoas que enfrentam o terrorismo, enquanto protege em seu território ao criminoso Luis Posada Carriles, que organizou a explosão de um avião civil cubano em pleno voo.
Nesse fato morreram 73 pessoas, mas Posada Carriles caminha hoje livremente pelas ruas de Miami, denunciou o comitê internacional no programa de uma jornada para a libertação dos cinco em marcha em Washington de hoje até 5 de junho.
Entre as obras expostas na sede do congresso da Associação de Estudos Latino-americanos estão No dia que morreu a diplomacia, de Bernie Dwyer e Roberto Ruíz, bem como Os últimos soldados da guerra fria de Fernando Morales.
Terrorismo dos Estados Unidos contra Cuba, de Salim Lamrani, Cartas de Amor e esperança com prólogo de Alice Walter e Regressarão, um disco de canções baseadas em uns poemas de um dos Cinco, também integram as obras a disposição dos acadêmicos.
O congresso acontece em Washington de 29 de maio a 1 de junho, com uma ampla agenda de discussões sobre temas de diversa índole da atualidade, passado e futuro da América Latina.
O caso, que na opinião de especialistas consultados por Prensa Latina é político por natureza sem nada acver com a justiça, é apresentado mediante discos, documentos e textos no XXXI Congresso da Associação de Estudos Latino-americanos, que acontece aqui desde ontem.
O Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco cubanos sustenta em um documento exposto na exhibición de livros do Congresso recorda que militares estadunidenses declararam no processo que eles nunca ameaçaram a segurança dos Estados Unidos.
Na realidade, afirma a organização, eles lutavam contra o terrorismo ao infiltrar-se em grupos violentos com sede em Miami, para evitar mais ações criminosas contra Cuba como as que causaram quase 3.500 mortes.
Um critério dos ativistas pela liberdade dos Cinco, é que a informação sobre o caso se oculta pelos grandes meios de difusão, pois ao se conhecer fica claro que faz parte da política anticubana dos governos estadunidenses por mais de meio século.
Outro dos argumentos indica que as autoridades estadunidenses evidenciam uma dupla moral ao condenar a pessoas que enfrentam o terrorismo, enquanto protege em seu território ao criminoso Luis Posada Carriles, que organizou a explosão de um avião civil cubano em pleno voo.
Nesse fato morreram 73 pessoas, mas Posada Carriles caminha hoje livremente pelas ruas de Miami, denunciou o comitê internacional no programa de uma jornada para a libertação dos cinco em marcha em Washington de hoje até 5 de junho.
Entre as obras expostas na sede do congresso da Associação de Estudos Latino-americanos estão No dia que morreu a diplomacia, de Bernie Dwyer e Roberto Ruíz, bem como Os últimos soldados da guerra fria de Fernando Morales.
Terrorismo dos Estados Unidos contra Cuba, de Salim Lamrani, Cartas de Amor e esperança com prólogo de Alice Walter e Regressarão, um disco de canções baseadas em uns poemas de um dos Cinco, também integram as obras a disposição dos acadêmicos.
O congresso acontece em Washington de 29 de maio a 1 de junho, com uma ampla agenda de discussões sobre temas de diversa índole da atualidade, passado e futuro da América Latina.
