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Gaza agradece solidariedade de Fidel Castro a causa palestina
Centenas de palestinos hastearam imagens do líder histórico da Revolução Cubana Fidel Castro e dos venezuelanos Hugo Chávez e Nicolás Maduro durante uma marcha ontem em Gaza para agradecer a solidariedade latino-americana.
Fonte
Prensa Latina
Data
Centenas de palestinos hastearam imagens do líder histórico da Revolução Cubana Fidel Castro e dos venezuelanos Hugo Chávez e Nicolás Maduro durante uma marcha ontem em Gaza para agradecer a solidariedade latino-americana.
Convocada pela Frente Popular para a Libertação de Palestina (FPLP), a demonstração realizada na terça-feira abarcou várias regiões da Faixa de Gaza e os manifestantes caminharam cantando palavras de ordem de apoio à América Latina e de repúdio à agressão militar genocida de Israel que durou 50 dias.
Além de cartazes com fotos do falecido presidente venezuelano Hugo Chávez, que rompeu relações com Israel devido a uma agressão a Gaza, e do atual mandatário Nicolás Maduro, os militantes e simpatizantes da FPLP também carregavam fotos de Ghassam Ben Jeddou.
Ben Jeddou é o presidente da corporação midiática panárabe Al-Mayadeen, a quem agradeceram pela forma como o canal de mesmo nome cobriu os bombardeios realizados pelas forças sionistas e a firme resistência do povo palestino.
Entre os participantes da mobilização popular também se via a imagem do xeique Hassan Nasrallah, secretário geral do movimento de resistência xiita libanês Hezbollah (Partido de Deus), cujo apoio às organizações palestinas foi fundamental.
Assim mesmo, o povo de Gaza caminhou pelas ruas, entre as ruínas de casas e edifícios bombardeados pelo Exército sionista com bandeiras palestinas, do Irã e da Síria, as duas únicas nações de Oriente Médio que mantêm um apoio invariável à causa palestina.
A marcha foi concebida para comemorar a vitória alcançada pelo povo palestino e, especialmente, pelos movimentos de resistência Hamas e Jihad Islâmica, ao conseguir que Israel aceitasse uma trégua indefinida com certas exigências, que entrou em vigor dia 26 de agosto, disseram à Prensa Latina organizadores dessa demonstração.
O dirigente do FPLP, Kaed Al Ghoul, quem foi convidado dias atrás a um programa especial do canal Al-Mayadeen pelo aniversário 88 de Fidel Castro, fez um chamado a fortalecer a unidade nacional para mostrar lealdade ao sangue dos 2.140 caídos e os mais de 10.500 feridos pela agressão israelense.
Ao falar no ato central, Al Ghoul explicou que a passeata tinha dois propósitos fundamentais, em primeiro lugar, ratificar a decisão de preservar as armas da Resistência e, em segundo, agradecer o Irã, a Síria, a América Latina e todos os que estiveram junto aos palestinos.
Durante um ato parecido dia 27 de agosto na embaixada da Palestina em Beirute, o membro do Conselho Nacional Palestino (parlamento) Salah Salah afirmou que a América Latina esteve na vanguarda da solidariedade à Gaza durante a agressão de Israel.
Os mandatários de seus países adotaram decisões valentes contra Israel e de apoio a Palestina, reafirmou Salah Salah aos chefes de missões de Cuba, Venezuela, Equador, México, Chile, Paraguai, Argentina, Brasil e Bolívia, aos que entregaram placas de reconhecimento.
Convocada pela Frente Popular para a Libertação de Palestina (FPLP), a demonstração realizada na terça-feira abarcou várias regiões da Faixa de Gaza e os manifestantes caminharam cantando palavras de ordem de apoio à América Latina e de repúdio à agressão militar genocida de Israel que durou 50 dias.
Além de cartazes com fotos do falecido presidente venezuelano Hugo Chávez, que rompeu relações com Israel devido a uma agressão a Gaza, e do atual mandatário Nicolás Maduro, os militantes e simpatizantes da FPLP também carregavam fotos de Ghassam Ben Jeddou.
Ben Jeddou é o presidente da corporação midiática panárabe Al-Mayadeen, a quem agradeceram pela forma como o canal de mesmo nome cobriu os bombardeios realizados pelas forças sionistas e a firme resistência do povo palestino.
Entre os participantes da mobilização popular também se via a imagem do xeique Hassan Nasrallah, secretário geral do movimento de resistência xiita libanês Hezbollah (Partido de Deus), cujo apoio às organizações palestinas foi fundamental.
Assim mesmo, o povo de Gaza caminhou pelas ruas, entre as ruínas de casas e edifícios bombardeados pelo Exército sionista com bandeiras palestinas, do Irã e da Síria, as duas únicas nações de Oriente Médio que mantêm um apoio invariável à causa palestina.
A marcha foi concebida para comemorar a vitória alcançada pelo povo palestino e, especialmente, pelos movimentos de resistência Hamas e Jihad Islâmica, ao conseguir que Israel aceitasse uma trégua indefinida com certas exigências, que entrou em vigor dia 26 de agosto, disseram à Prensa Latina organizadores dessa demonstração.
O dirigente do FPLP, Kaed Al Ghoul, quem foi convidado dias atrás a um programa especial do canal Al-Mayadeen pelo aniversário 88 de Fidel Castro, fez um chamado a fortalecer a unidade nacional para mostrar lealdade ao sangue dos 2.140 caídos e os mais de 10.500 feridos pela agressão israelense.
Ao falar no ato central, Al Ghoul explicou que a passeata tinha dois propósitos fundamentais, em primeiro lugar, ratificar a decisão de preservar as armas da Resistência e, em segundo, agradecer o Irã, a Síria, a América Latina e todos os que estiveram junto aos palestinos.
Durante um ato parecido dia 27 de agosto na embaixada da Palestina em Beirute, o membro do Conselho Nacional Palestino (parlamento) Salah Salah afirmou que a América Latina esteve na vanguarda da solidariedade à Gaza durante a agressão de Israel.
Os mandatários de seus países adotaram decisões valentes contra Israel e de apoio a Palestina, reafirmou Salah Salah aos chefes de missões de Cuba, Venezuela, Equador, México, Chile, Paraguai, Argentina, Brasil e Bolívia, aos que entregaram placas de reconhecimento.
