Cuba graduará cerca de 600 médicos paquistaneses a fins de fevereiro próximo, confirmou hoje Muhammad Essa Khan, representante dos futuros médicos na Universidade Médica desta cidade meridional.
Dessa cifra 288 cursam a Universidade Médica de Cienfuegos, 250 quilômetros ao sudeste de Havana, e 305 na vizinha Sancti Spíritus.
Estes profissionais da saúde, a quem só lhes resta fazer o exame estatal da carreira, se somarão aos 295 de igual procedência que receberam seus diplomas na também central cidade de Santa Clara, em fevereiro do ano anterior.
Essa Khan recordou que a possibilidade de estudar medicina na Ilha caribenha surgiu a partir do terremoto que devastou uma extensa região do norte paquistanês em 8 de outubro de 2005, quando o governo cubano ofereceu um plano de bolsas para cerca de mil de jovens.
A respeito de seus estudos na maior das Antilhas, o estudante destacou o fato de que aqui os professores transmitem todos seus conhecimentos.
Gostamos muito disso, enfatizou o futuro médico procedente da província do Beluchistão.
Em Cuba tenho desenvolvido habilidades inerentes à profissão, que em meu país não teriam sido possíveis, devido à maior proximidade física do estudante e do professor com o paciente, dimensionou.
Interrogado sobre que se leva de Cuba, além do título de doutor em medicina, Essa Khan citou o conhecimento do idioma espanhol, muitas verdades, o fato de tratar ao doente como um ser humano sem diferenças, bem como o caráter preventivo do sistema nacional de saúde.
Em recentes declarações à Prensa Latina, o embaixador de Paquistão na Ilha, Naeem Khan, destacou a maior das Antilhas como a única nação do mundo que tem formado profissionais paquistaneses via colaboração gratuita.
Notizie
Cuba a ponto de graduar cerca de 600 médicos paquistaneses
Fonte
Prensa Latina
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