Notizie
Chanceler cubano se entrevista com presidente do México
Felipe Pérez Roque, chanceler de Cuba reuniu-se na terça-feira com o presidente do México, Felipe Calderón durante o terceiro dia de uma visita oficial a este país.
Fonte
ACN
Data
Felipe Pérez Roque, chanceler de Cuba reuniu-se na terça-feira com o presidente do México, Felipe Calderón durante o terceiro dia de uma visita oficial a este país.
Segundo a agência de notícias Prensa Latina, a reunião teve lugar na residência oficial do Calderón de Los Pinos e durou mais de 40 minutos.
Um comunicado emitido pelo departamento de imprensa do gabinete do presidente informa que Pérez Roque entregou a Calderón um convite do presidente cubano Raúl Castro para visitar o país caribenho.
O texto salienta que o líder mexicano e o representante diplomático cubano falaram sobre o atual estado das relações bilaterais e elogiaram os passos positivos dados nos últimos meses em relação ao trabalho dos mecanismos estabelecidos pelas instituições de ambos os países.
O release acrescenta que Calderón, expressou sua confiança que o memorando de entendimento assinado pelos dois países para garantir fluxos migratórios entre Cuba e México seguros e organizados, desestimulará a emigração ilegal.
Mais tarde, nesse mesmo dia, em reunião organizada pelo Conselho Empresarial de Comércio Exterior (COMCE) do México, Pérez Roque falou com empresários do país sobre diferentes formas de promoção de relações bilaterais no aspecto econômico.
Por sua vez, Jaime Torres, chefe do Comitê Cuba-México, no COMCE, disse que esta nova era das relações bilaterais abre mais possibilidades para aumentar as exportações mexicanas e os investimentos em Cuba.
Ainda na terça-feira, Pérez Roque se reuniu com outros líderes políticos, como o presidente do Partido Acción Nacional (Partido da Ação Nacional) - PAN -, Germán Martínez, e também com o conselho executivo do Senado mexicano dirigido por Gustavo Madero, presidente deste órgão legislativo.
O chefe da diplomacia cubana agradeceu ao Senado mexicano sua solidariedade com Cuba após a devastação causada pelos furacões Gustav e Ike, por seu apoio à causa dos cinco lutadores antiterroristas cubanos injustamente presos nos Estados Unidos e por sua rejeição da política hostil de Washington para com Cuba.
Segundo a agência de notícias Prensa Latina, a reunião teve lugar na residência oficial do Calderón de Los Pinos e durou mais de 40 minutos.
Um comunicado emitido pelo departamento de imprensa do gabinete do presidente informa que Pérez Roque entregou a Calderón um convite do presidente cubano Raúl Castro para visitar o país caribenho.
O texto salienta que o líder mexicano e o representante diplomático cubano falaram sobre o atual estado das relações bilaterais e elogiaram os passos positivos dados nos últimos meses em relação ao trabalho dos mecanismos estabelecidos pelas instituições de ambos os países.
O release acrescenta que Calderón, expressou sua confiança que o memorando de entendimento assinado pelos dois países para garantir fluxos migratórios entre Cuba e México seguros e organizados, desestimulará a emigração ilegal.
Mais tarde, nesse mesmo dia, em reunião organizada pelo Conselho Empresarial de Comércio Exterior (COMCE) do México, Pérez Roque falou com empresários do país sobre diferentes formas de promoção de relações bilaterais no aspecto econômico.
Por sua vez, Jaime Torres, chefe do Comitê Cuba-México, no COMCE, disse que esta nova era das relações bilaterais abre mais possibilidades para aumentar as exportações mexicanas e os investimentos em Cuba.
Ainda na terça-feira, Pérez Roque se reuniu com outros líderes políticos, como o presidente do Partido Acción Nacional (Partido da Ação Nacional) - PAN -, Germán Martínez, e também com o conselho executivo do Senado mexicano dirigido por Gustavo Madero, presidente deste órgão legislativo.
O chefe da diplomacia cubana agradeceu ao Senado mexicano sua solidariedade com Cuba após a devastação causada pelos furacões Gustav e Ike, por seu apoio à causa dos cinco lutadores antiterroristas cubanos injustamente presos nos Estados Unidos e por sua rejeição da política hostil de Washington para com Cuba.
