A imposição da Emenda Platt como apêndice da Constituição neocolonial cubana de 1901.
No mundo acontecem fatos muito importantes. Alguns relacionados com Cuba. Ao nosso país chegam às vezes notícias ainda mais interessantes que uma simples reflexão minha que tem o propósito de criar consciência.
Escrevo isto rapidinho e um bocado tarde. Devo fazê-lo devido à profundidade com a qual analisei o tema.  
Por sua importância dou prioridade a este tema, embora existam outros.
Esta é uma reflexão política. Para dizê-lo de uma maneira mais exata: é mais outro proclama. Hoje faz exatamente um ano do primeiro, em 31 de julho de 2006. Contudo o ano transcorrido vale por 10 no que respeita à possibilidade de viver uma experiência única que me ofereceu informação e conhecimentos sobre questões vitais para a humanidade, os quais tenho transmitido ao povo de Cuba com toda honestidade.
Você acha que só desfruta dos Pan-americanos? Analise bem, veja que você a qualquer idade corre, salta, lança pesos, dardos, discos, e martelos, voa por cima dos obstáculos e das pistas, troca bastões, faz cortada, encesta, rema, dá ippons, aplica uma chave ao seu rival, segue estratégias, deita-se água por cima depois de correr durante duas horas e até deixa de receber o oxigênio do qual precisam seus pulmões. Que belo espetáculo oferecem os atletas!
Qual tem sido o pior problema dos países pobres do ponto de vista tecnológico e econômico? O roubo de cérebros.  
Há muito pouco falei a respeito do roubo de cérebros, algo repugnante.  
Não disponho de muito material para escrever, também não de tempo.
Você não esta a acompanhar os Jogos Pan-americanos? — parece-me escutar a muitos cubanos. Lógico!, respondo, apenas tiro a vista da televisão. Às vezes esqueço a hora de algum alimento ou de algum comprimido. Depois resmungo para que ninguém tenha a ousadia de me tirar de um “inning” com jogo apertado e Mayeta pronto para bater, no momento em que dois jogadores de sua equipe estão nas bases e apenas há um “out”.
Nas minhas últimas reflexões, “Bush, a Saúde e a Educação”, dedicadas às crianças, fiz algumas referências ao tema e coloquei um exemplo. Nesta, dirigida à primeira graduação da Universidade das Ciências Informáticas (UCI), abordarei de uma maneira mais profunda o embaraçoso assunto.
Não farei referência à saúde e a educação de Bush, mas à dos seus vizinhos. O acto não foi improvisado. A agência AP conta como iniciou as suas palavras: “Neste país temos corações grandes”, disse em espanhol perante uns 250 representantes de grupos privados e religiosos, fundações e ONGs que vieram a Washington com os gastos pagos pelo seu governo. Deles, procediam dos Estados unidos aproximadamente 100.