"Penso que reduzir e ademais reciclar todos os motores que consomem eletricidade e combustível é uma necessidade elementar e urgente de toda a humanidade. A tragédia não consiste em reduzir essas despesas de energia, mas sim na ideia de converter os alimentos em combustível. Caso aplicar esta receita aos países do Terceiro Mundo verão quantas pessoas deixarão de consumir milho entre as massas famintas de nosso planeta.
“Insaciável na sua demanda, o império havia lançado ao mundo a consigna de produzir biocombustíveis para liberar os Estados Unidos, os maiores consumidores mundiais de energia, de qualquer dependência exterior no âmbito dos hidrocarbonetos.”
"O primeiro assunto a resolver pela comunidade mundial seria selecionar entre alimentos e biocombustíveis. O Brasil, um país em desenvolvimento, com certeza, deveria ser compensado.
 
Se os milhões de toneladas de soja e milho que serão investidos em biocombustíveis fossem destinados à produção de alimentos, o aumento inusitado dos preços poderia parar, e os cientistas do mundo poderiam propôr fórmulas que, de alguma maneira, possam deter e inclusive, reverter a situação.
 
Perdeu-se muito tempo. É hora de fazer alguma coisa."
“Se formos procurar um respiro para a humanidade e der-lhes-lhes uma oportunidade à ciência e à duvidosa cordura dos que tomam decisões, não era necessário privar de alimentos as duas terceiras partes dos habitantes do planeta.”
"[...…] emprestem-lhes financiamento aos países pobres para a produção de etanol do milho ou de qualquer outro tipo de alimento e não restará uma árvore para defender a humanidade da mudança climática."