"Nós sabemos como concebe a paz o socialismo; mas também sabemos como pode conceber a paz o imperialismo. E o imperialismo desenvolveu suas forças armadas para o domínio mundial, tem bases militares em todos os recantos da Terra, poderosas frotas navais e aéreas, milhões de soldados; a concepção militar do imperialismo foi desenhada para estabelecer sua ordem no mundo, sua paz, como a que noutros tempos se chamou paz romana; sua concepção militar foi desenhada para manter o domínio sobre o mundo. Esta é uma realidade, e nós devemos ser realistas."

"(...) luchemos pela paz, e luchemos pelo desarme, que com a quinta parte de lo que o mundo se gasta narmamentos se podia promover um desenvolvimento de todos os países subdesenvolvidos."

“Hoje nos debatemos entre o risco do hegemonismo unipolar, e a única forma possível, suportável e aceitável de sobreviver: a existência de um mundo multilateral, onde a paz, a liberdade, o desenvolvimento e o progresso possam ter lugar para todos. Os nossos povos assim o necessitam. Não podemos defrauda-los.”

“Somente a paz e a cooperação entre os povos serão capazes de preservar a humanidade da morte com que a ameaçam pela via do saqueio, da exploração, das guerras e da destruição das condições de vida do planeta.”

“(…) salvar a paz com dignidade, com independência e sem guerra é pedra angular da luta que, unidos, devemos enfrentar, por um mundo verdadeiramente justo, de povos livres”.

“Queremos uma paz que beneficie por igual aos grandes e aos pequenos, aos poderosos e aos fracos, que abranja todos os âmbitos do mundo e chegue a todos seus cidadãos.”

"Não existe arma mais potente que a convicção profunda e a idéia clara do que se deve fazer. Desse tipo de armas, que não necessita de fabulosas somas de dinheiro, mas apenas da capacidade de criar e transmitir idéias justas e valores, estará cada vez mais armado nosso povo."

"Cuba não é inimiga da paz, nem renitente ao intercâmbio ou a cooperação entre países de diferentes sistemas políticos, mas tem sido e será intransigente na defesa de seus princípios".

“Somos testemunhas do desprezo e da arrogância com que a superpotência dominante quebra acordos e tratados que são vitais não só para a paz e a segurança de todos os povos do mundo, mas também para a esperança de um desenvolvimento sustentável e a preservação do equilíbrio ecológico, os recursos e as condições naturais, sem os quais todos sabemos que a vida no nosso planeta seria impossível”.