“O emprego intencional de armas para matar a pessoas inocentes, como método de luta, é absolutamente condenável e debe ser erradicado, como algo indigno e desumano, tão repugnante como o terrorismo histórico dos Estados opressores”.

“Uma ordem legal mundial deve ser estabelecida contra o genocídio e os crimes de guerra, com normas rigorosas e precisas, e um órgão de justiça absolutamente independente sob a supervisão da Assembléia Geral das Nações Unidas e nunca sob o Conselho de Segurança enquanto existir o direito ao veto que outorga privilégios excepcionais àpenas cinco países, dentre eles a superpotência hegemônica, que tem feito uso dele mais do que o resto dos membros permanentes do Conselho juntos”

“Chávez é um verdadeiro revolucionário, pensador profundo, sincero, corajoso e incansável trabalhador. Não chegou ao poder mediante um golpe de Estado. Sublevou-se contra a repressão e o genocídio dos governos neoliberais que entregaram os enormes recursos naturais de seu país aos Estados Unidos. Sofreu prisão, alcançou sua maturidade e desenvolveu suas idéias. Não chegou ao poder através das armas apesar de sua origem militar”.

“Pónha-se fim quanto antes ao genocídio do povo palestino que acontece perante os olhos atônitos do mundo. Protéja-se o elementar direito à vida dos seus cidadãos, dos seus jóvens e das suas crianças. Respéite-se o seu direito à independência e à paz. Aplíque-se o mesmo princípio a situações semelhantes em qualquer parte do mundo e nada haverá que temer dos documentos das Nações Unidas”.

Nosso mundo está vivendo um momento excepcional e único, cada dia é maior o número de pessoas que ficam pendentes disso. Entre tais acontecimentos, um dos mais dramáticos é o genocídio que está tendo lugar na Faixa de Gaza, onde 1,8 milhão de seres humanos vive encurralado entre o deserto, o mar e o poderio militar de um país do Oriente Médio, que o império mais poderoso que tenha existido nunca, criou ao longo de mais de meio século e a um custo que, segundo algumas estimativas, se aproxima dos cem bilhões de dólares, uma potência nuclear sofisticada e, ao mesmo tempo, irresponsável.
"O genocídio dos nazistas contra os judeus provocou o ódio de todos os povos da terra. Por que o governo desse país pensa que o mundo será insensível a este macabro genocídio que hoje está cometendo contra o povo palestino? Acaso se espera que ignore quanta cumplicidade existe por parte do governo norte-americano neste vergonhoso massacre?"
“[…] quando os povos forem se libertando de todas essas ataduras, do medo que inspiram com seu terror e seus crimes as oligarquias, quando aconteça em outros países irmãos da América Latina o que aqui aconteceu, veremos o quê podem fazer os imperialistas.”
“Nestes anos cruciais, a potência capitalista mais poderosa e de mais recursos de todos os tempos permitiu-se o luxo de viver parasitariamente à custa das poupanças do resto do mundo, que não só se viu obrigado a financiar-lhe déficits fiscais e comerciais como jamais foram conhecidos, mas também uma corrida aos armamentos que não tem paralelo na história.”

"Obama em seu discurso atribui à Revolução Cubana um caráter antidemocrático e carente de respeito à liberdade e aos direitos humanos. É exatamente o argumento que, quase sem exceção, empregaram as administrações dos Estados Unidos para justificar seus crimes contra nossa pátria. O bloqueio em si, por si só, é um genocídio. Não desejo que as crianças norte-americanas se eduquem nessa ética vexatória.
A revolução armada em nosso país não teria sido talvez necessária sem a intervenção militar, a Emenda Platt e o colonialismo econômico que ela trouxe à ilha".