"O quê decide o império visando concorrer com Cuba na área de nosso hemisfério? Enviar um enorme navio convertido em hospital flutuante que trabalha dez dias em cada país. Poucas pessoas podem ser ajudadas, porém está muito longe de resolver os problemas de um país; não compensa também não o roubo de cérebros nem pode formar os especialistas de que precisa para emprestar verdadeiros serviços médicos qualquer dia da semana e do ano.
"Nossa Revolução pode convocar a dezenas de milhares de médicos y técnicos da saúde. Pode convocar, de forma igualmente massiva, mestres e cidadãos dispostos a marcharem a qualquer canto do mundo, para qualquer nobre propósito. Não para usurpar direitos nem conquistar matérias-primas".
"Para os povos e governos da América Latina será uma prova de fogo. Para nossos médicos e educadores, qualquer coisa que aconteça no país onde desempenham seu nobre e pacífico trabalho, também o será. Eles, perante situações de perigo, não abandonarão seus pacientes e alunos".
“Felizmente, o nosso processo ainda conta com quadros da velha guarda, unidos a outros que eram ainda mais jovens quando começou a primeira etapa da Revolução. Alguns quase crianças incorporaram-se aos combatentes das montanhas e depois, com seu heroísmo e missões internacionalistas, encheram de glória ao país. Eles têm a autoridade e a experiência para garantir a substituição. Igualmente o nosso processo dispõe da geração intermédia que apreendeu junto a nós, os elementos do complexo e quase inacessível arte de organizar e dirigir uma revolução.”