“Cada qual deve lutar pela paz a sua maneira, cada qual deve lutar pela paz com o que possa e como possa. Assim, a América Latina, ao se enfrentar cada vez mais aos imperialistas, luta pela paz. Enquanto mais povos lutando por sua liberdade houver, mais possibilidades de paz no mundo, mais maniatados estarão os imperialistas, mais fracos serão os imperialistas para desencadear a guerra”.

"Os povos da América se libertaram do colonialismo espanhol no início do século passado, mas não se libertaram da exploração. Os latifundiários feudais assumiram a autoridade dos governantes espanhóis, os indígenas continuaram em penosa servidão, o homem latino-americano numa ou noutra forma continuou escravo e as esperanças mínimas dos povos sucumbiram sob o poder das oligarquias e do domínio do capital estrangeiro".  

 

“As forças que impulsionam os povos —que são os verdadeiros construtores da história—, determinadas pelas condições materiais de sua existência e a aspiração a metas superiores de bem-estar e liberdade, que surgem quando o progresso do homem no campo da ciência, da técnica e da cultura o tornam possível, são superiores à vontade e ao terror que desatam as oligarquias dominantes”.

“Pela primeira vez, nesse afastado ponto da geografia africana, o sangue de cubanos e angolanos uniu-se para adubar a liberdade daquela sofrida terra.Foi nesse momento quando Cuba, em coordenação com o presidente Neto, decidiu enviar tropas especiais do Ministério do Interior e unidades regulares das FAR prestas para combater, transportadas por ar e mar para enfrentar a agressão do apartheid.(…) Iniciava-se o que foi chamado de Operação Carlota, nome em chave da mais justa, prolongada, massiva e bem sucedida campanha militar internacionalista de nosso país”.

“Em sua insuperável grandeza, O Libertador, com verdadeiro gênio revolucionário, foi capaz de pressagiar que os Estados Unidos da América — limitados originalmente ao território das 13 Colônias inglesas — pareciam destinados a semear a miséria na América em nome da liberdade.”

"Ainda que depois da oportunista intervenção do nascente império norte-americano, Cuba foi cedida pelo poder colonial aos Estados Unidos da América, e o nascente império nos impusesse uma emenda constitucional que lhe outorgava o direito de intervir, hoje é um povo livre que defende com honra sua independência".

Acredito na união de todos os países do mundo, na união de todos os povos do mundo e na união livre, verdadeiramente livre. Não a fusão, senão a união livre de todas as culturas, num mundo verdadeiramente justo, num mundo verdadeiramente democrático.

“Se detrás da pátria soberana, se detrás da bandeira livre, se detrás da Revolução redentora não houvesse um povo firme e heróico como este, a pátria nem seria livre nem a bandeira seria soberana, nem a Revolução marcharia à frente com a firmeza inquebrantável com que marcha”.

“Hoje mais do que nunca há que ser bolivariano; hoje mais do que nunca temos que levantar essa bandeira que diz que pátria é humanidade, cientes de que só nos poderemos salvar, no caso em que a humanidade se salvar; de que só poderemos ser livres se conseguirmos que a humanidade seja livre, e estamos muito longe de o ser; se conseguirmos realmente que exista um mundo justo, e um mundo justo é possível e é provável”.

"Cuba continuará cooperando com os programas de saúde, educação e o desenvolvimento social dos países irmãos que, apesar de obstáculos, avanços e retrocessos serão cada vez más irredutivelmente livres."