"(...) o Movimento de Países Não-Alinhados voltou a ser uma força efetiva na arena internacional do nosso tempo. Este Movimento hoje é mais necessário do que nunca. Se antes nos esforçávamos por ocupar um lugar digno no meio da luta entre duas superpotências, hoje nos debatemos entre o risco do hegemonismo unipolar, e a única forma possível, suportável e aceitável de sobreviver: a existência de um mundo multilateral, onde a paz, a liberdade, o desenvolvimento e o progresso possam ter lugar para todos. Os nossos povos assim o necessitam. Não podemos defrauda-los".

"Os Países Não Alinhados insistimos em que é necessário eliminar a abissal desigualdade que afasta os países desenvolvidos e aos países em vias de desenvolvimento. Por isso lutamos para suprimir a pobreza, a fome, a doença e o analfabetismo que padecem ainda centenas de milhões de seres humanos. Aspiramos a uma nova ordem mundial, baseada na justiça, na equidade e na paz (...)"

“(…) quando mais se aproxima a humanidade à era em que tem que desaparecer a exploração do homem pelo homem, mais fundada é a esperança da humanidade pela paz, e mais grandes são os anseios de paz da humanidade”.

“Lutar pela paz é o dever mais sagrado de todos os seres humanos, quaisquer que sejam suas religiões ou país de nascimento, a cor de sua pele, sua idade adulta ou sua juventude”.

"O problema da Colômbia só pode ser resolvido pela paz e na paz; acho que todos devem pôr da sua parte. Paz verdadeira, porque algumas pazes ali findaram no cemitério".

"Não deve haver guerras. Devemos lutar, inclusive, à procura de soluções de paz em qualquer parte; também na Colômbia. Não deve haver guerra, porque pela guerra, neste instante da história da América, não se resolve nenhum problema".

“Como latino-americanos o que devemos fazer é tentar colaborar com a Colômbia, com o país; ajudar o país a atingir uma paz justa, uma paz que beneficie a todos, é claro”.

"(…) luta internacional contra o terrorismo não se resolve eliminando um terrorista por aqui e outro lá, usando métodos semelhantes e sacrificando vidas inocentes. Resolve-se pondo termo, entre outras coisas, ao terrorismo de Estado e outras formas repulsivas de matar (Aplausos); pondo termo aos genocídios, seguindo lealmente uma política de paz e de respeito pelas normas morais e legais que são ineludíveis. O mundo não tem salvação se não segue uma linha de paz e de cooperação internacional".

“Não precisamos que o império nos regale nada. Nossos esforços serão legais e pacíficos, porque é nosso compromisso com a paz e a fraternidade de todos os seres humanos que vivemos neste planeta”.

“Os revolucionários, por natureza, somos otimistas. Contudo, não acreditamos, na espontaneidade: acreditamos na paz, na distensão, na coexistência
civilizada entre os Estados, devemos conquistá-las com nossa luta e com nossa força”.