“O que pensaram, que a bota dos seus donos nos esmagaria? O que pensaram, que o “todo-poderoso” império liquidaria a Revolução? O que pensaram, que nos afogaríamos perante as dificuldades, que sucumbiríamos perante o bloqueio, que nos acovardaríamos perante o perigo? Pensaram isso, e se enganaram! Pensaram isso, e cada dia será maior a decepção, o desengano! Nem nos esmagarão, nem nos liquidarão, nem sucumbiremos, nem haverá medo perante as dificuldades!”
“A Revolução limpa a mente dos jovens de toda aquela folharada da sociedade burguesa, todas aquelas vaidades, todos aqueles preconceitos, todos aqueles absurdos, e incute no ânimo dos jovens sentimentos generosos, sentimentos nobres, sentimentos dignos”.
“Cada minuto da vida nos ensina sempre algo, cada dia, Assim, com a Revolução, nós todos vamos aprendendo”.
“Nós sabemos que toda a fé e toda a confiança que depositemos nos nossos jovens nunca será muita; nós sabemos que o que a Revolução peça a vocês, que o que a Revolução exija de vocês, sempre o terá de vocês”.
“La Revolución es una lucha tremenda, una guerra que cambia de forma, que a veces se vuelve guerra armada y otras guerra de clases desarmadas.”.
“Uma Revolução não é um passeio, nem um caminho de rosas, senão de sacrifício: uma luta dura e abnegada”.
“A Revolução tem força, convicção, moral, entusiasmo, e toda a dignidade que necessário para encarar os seus inimigos e até para liquidar os seus inimigos se for preciso, aniquilar os seus inimigos”.
“A Revolução precisa de ter em cada centro de trabalho militantes instruídos, os mais qualificados politicamente, porque quanto mais militantes revolucionários e com alto nível de educação política tenha um centro de trabalho, mais força terá a Revolução, mais apoio nas massas, mais solidez”.
“A Revolução está interessada em que em cada centro de trabalho haja obreiros preparados, obreiros com uma grande educação política, obreiros capazes de orientar os seus companheiros, obreiros capazes de explicar o socialismo, de discutir com os derrotistas, discutir com os ignorantes, de desfazer os argumentos do inimigo, de explicar a razão de cada dificuldade, de explicar o passado, de explicar o presente e de explicar o futuro”.
“Para poder orientar-nos nós próprios, em primeiro lugar, e para poder orientar corretamente o nosso povo, temos que aprender e temos que ensinar. Estudar e ensinar, porque é basilar e é decisivo para a Revolução, tendo em conta que aqui se estão a enfrentar forças históricas, interesses antagónicos e irreconciliáveis, numa luta a morte”.