"O nosso país vive de valores. Resiste de valores, batalhando não só economicamente, mas também no terreno da luta contra o terrorismo, contra os atentados".

"Quaisquer que fossem as causas profundas, os fatores de ordem econômica e política e os grandes culpados que o trouxeram ao mundo, ninguém pode negar que o terrorismo constitui hoje um perigoso fenômeno, indefensável do ponto de vista ético, que debe ser erradicado".

 

"A Lei de Ajuste Cubano não apenas constitui uma lei assassina, mas também uma lei terrorista, de um terrorismo da pior espécie, que mata conscientemente e sem o menor remorso a crianças inocentes".

"Não era suficiente para Bush ter ultrajado o nome de Cuba instalando no território ilegalmente ocupado de Guantánamo um horrível centro de tortura similar ao de Abu Ghraib, que quando se soube de sua existência provocou espanto no mundo. A cruel ação de seus antecessores não era suficiente para ele. Não se conformava com os US$ 100 bilhões que obrigaram a gastar a um país pobre e subdesenvolvido como Cuba. Acusar Posada Cariiles era acusar-se a si próprio".
 
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"Não bastava a invasão mercenária de Girón (...)"  
 

"(…) luta internacional contra o terrorismo não se resolve eliminando um terrorista por aqui e outro lá, usando métodos semelhantes e sacrificando vidas inocentes. Resolve-se pondo termo, entre outras coisas, ao terrorismo de Estado e outras formas repulsivas de matar (Aplausos); pondo termo aos genocídios, seguindo lealmente uma política de paz e de respeito pelas normas morais e legais que são ineludíveis. O mundo não tem salvação se não segue uma linha de paz e de cooperação internacional".

"(…) nenhum dos problemas do mundo, nem o do terrorismo, podem ser resolvidos pela força, e cada ação de força, cada ação disparatada do uso da força, em qualquer parte, agravaria seriamente os problemas do mundo".

"(…) o esforço geral da comunidade internacional é pôr fim a uma série de conflitos que andam pelo mundo, quando menos nesse terreno; pôr fim ao terrorismo mundial, criar uma consciência mundial contra o terrorismo".

“O emprego intencional de armas para matar a pessoas inocentes, como método de luta, é absolutamente condenável e debe ser erradicado, como algo indigno e desumano, tão repugnante como o terrorismo histórico dos Estados opressores”.

“Bastaria devolver à Organização das Nações Unidas as prerrogativas que lhe foram arrebatadas, e que seja a Assembléia Geral, o órgão mais universal e representativo dessa instituiçao, o centro dessa luta pela paz— não importa quão limitado seja seu poder pelo arbitrário direito ao veto dos membros permanentes do Conselho de Segurança, a maioria deles também membros da OTAN—, para, com o apoio total e unânime da opinião mundial, erradicar o terrorismo”.

“Cuba, com a moral que lhe outorga haver sido o país que mais ataques terroristas sofreu, durante mais tempo, cujo povo não treme diante de nada, nem há ameaça ou poder no mundo capaz de intimidá-lo, proclama que está contra o terrorismo e está contra a guerra”.