“Agora lançaremos uma ofensiva contra a corrupção, contra a imoralidade, contra o vício, contra o jogo e contra o roubo, contra o analfabetismo, contra as doenças, contra a fome. Vamos começar uma ofensiva simultânea, como a ofensiva que terminou com o fim da ditadura. ”

"A humanidade precisa destas soluções. A humanidade cresce, a humanidade se multiplica; no entanto, a superfície não cresce. O homem terá que fazer todos os possíveis para incrementar a produtividade por superfície, explorar o maior número de terras ou da superfície produtiva, aproveitar todos os recursos naturais, aproveitar todos os recursos da ciência; porque apenas aqueles que não forem revolucionários, que não tiverem a menor idéia das possibilidades da inteligência e da vontade do homem poderão conceber um mundo no qual a humanidade possa morrer de fome.”

"A sociedade socialista não dispõe daqueles meios coercitivos, entre os quais o primeiro de todos era o desemprego, a fome e as terríveis consequências para o trabalhador que não cumpria as obrigações que lhe impunha o capitalista. Não pode constituir-se um dirigente no lugar e grau de uma empresa capitalista, de uma companhia ianque. A Revolução não pode lançar mão de métodos coercitivos."
"Como podem fazê-lo os chefes de um império onde se impõem a máfia, o jogo e a prostituição infantil; onde a CIA organiza planos de subversão e espionagem universal e o Pentágono cria bombas de nêutrons capazes de preservar os bens materiais e liquidar os seres humanos; um império que apoia a reação e a contrarrevolução em todo o mundo, que protege e estimula a exploração por parte dos monopólios das riquezas e os recursos humanos em todos os continentes, o intercâmbio desigual, uma política protecionista, um esbanjamento incrível dos recursos naturais e um sistema de fome para o mundo?"

"(...) todo o que contribua atualmente para o subdesenvolvimento e a pobreza constitui uma violação flagrante da ecologia. Dezenas de milhões de homens, mulheres e crianças morrem todos os anos no Terceiro Mundo a conseqüência disto, mais do que em cada uma das duas guerras mundiais. O intercâmbio desigual, o protecionismo e a dívida externa agridem a ecologia e propiciam a destruição do meio ambiente".

“A crise econômica significa também a agudização de problemas de grande importância, que estão muito longe de uma solução: a pobreza, a fome e as enfermidades, que matam, a cada ano, dezenas de milhões de pessoas no mundo; o analfabetismo, a falta de cultura, o desemprego, a exploração do trabalho e a prostituição de milhões de crianças; as centenas de bilhões de dólares que se mobilizam e investem no tráfico e no consumo de drogas; a lavagem de dinheiro; a falta de água potável; a escassez de moradias, hospitais, comunicações, escolas e centros educacionais.”

"As armas cada vez mais sofisticadas que se acumulam nos arsenais dos mais poderosos e ricos, com já exprimí uma vez, poderão matar os analfabetos, os doentes, os pobres e os famintos, mas não poderão matar a ignorância, as doenças, a pobreza e a fome."

“É dever elementar dos atribulados dirigentes de nosso complexo mundo, entre muitas outras obrigações – e sem esquecer a fome, a pobreza, o subdesenvolvimento, as doenças que dizimam regiões inteiras, as mudanças de clima e outras calamidades –, refletir e meditar sobre as causas e raízes que deram origem à perigosa pandemia do terrorismo, e aplicar métodos verdadeiramente eficazes para combatê-lo.”

“O decadente sistema capitalista imperialista em sua etapa de globalização neoliberal carece já em absoluto de soluções para os grandes problemas da humanidade, cuja cifra de habitantes se tem quadruplicado em apenas um século. Não tem porvir possível. Destrói a natureza e multiplica a fome. Nossa experiência nobre e humana em inúmeros campos será útil a muitos povos do mundo.”

“Em Cuba, o pesadelo social e humano denunciado em 1953, que deu origem a nossa luta, tinha ficado para trás, poucos anos após o triunfo de 1959. Imediatamente desapareceram (...) as crianças desnutridas, descalças e cheias de vermes, sem escolas ou professores, nem que fosse debaixo de uma árvore; já não ocorriam entre eles as mortes em massa por fome, doenças ou falta de recursos ou de atendimento médico; os longos meses sem ocupação laboral desapareceram; não se viram de novo homens e mulheres nas zonas rurais sem trabalho.”

“Se formos procurar um respiro para a humanidade e der-lhes-lhes uma oportunidade à ciência e à duvidosa cordura dos que tomam decisões, não era necessário privar de alimentos as duas terceiras partes dos habitantes do planeta.”