"Parece-me que o notável da história da nossa Revolução é ter resistido a todas essas tentativas para destruí-la, e, nesse sentido, aquele dia no qual se fundaram os Comités de Defesa da Revolução foi um dia verdadeiramente histórico".

“Atrás ficou esmagada para sempre a idéia peregrina de que os sofrimentos suportados, o sangue e as lágrimas derramadas durante quase cem anos de luta pela independência e a justiça contra o colonialismo espanhol e seu modelo escravista de exploração, e mais tarde contra a dominação imperialista e os governos corruptos e sangüinários impostos a Cuba pelos Estados Unidos, eram para reconstruir uma sociedade neocolonialista, capitalista e burguesa.Fizémo-lo no momento histórico exato e preciso, nem um minuto antes, nem um minuto depois, e fomos o suficientemente audaciosos para intentá-lo”.

Comício de comemoração do 40º aniversário da proclamação do caráter socialista da Revolução

A história tem demonstrado que só das grandes crises saíram as grandes soluções. Vai-se impor inevitávelmente das formas mais variadas o direito dos povos à vida e a justiça.

“As oscuras tempestades que se divisam hoje no horizonte do mundo, não impedirão que os cubanos sigamos trabalhando sem descanso em nossos maravilhosos programas sociais e culturais, conscientes de que estamos realizando uma tarefa humana sem paralelos na história”.

“Ao largo da história, quase todas as ações para conquistar a independência nacional, inclusive as do povo norte-americano, foram realizadas através da utilização de armas, e ninguém questionou nem poderia nunca questionar esse direito. Mas o emprego intencional de armas para matar a pessoas inocentes, como método de luta, é absolutamente condenável e debe ser erradicado, como algo indigno e desumano, tão repugnante como o terrorismo histórico dos Estados opressores”.

“Pela primeira vez na história humana, nossa espécie corre um risco real de extinção. Ameaçam-na não apenas a destruição de seu meio natural de vida, senão também graves riscos políticos, armas cada vez mais sofisticadas de destruição e extermínio em massa, e doutrinas extremistas que poderiam apoiar-se em forças mortais e aniquiladoras.”

“Os homens não fazem a história. Os fatores subjetivos podem adiantar ou atrasar os grandes acontecimentos, inclusive por períodos relativamente longos, mas não constituem o fator determinante, nem podem impedir o desenlace final. Acidentes de grande transcendência, de origem humana ou de origem natural, uma guerra nuclear, a destruição acelerada do meio ambiente e a mudança relativamente brusca do clima podem alterar todos os cálculos ou prognósticos feitos pelos mais preclaros talentos de nossa espécie. Todas essas coisas poderiam ainda ser evitadas.”

"Não deve haver guerras. Devemos lutar, inclusive, à procura de soluções de paz em qualquer parte; também na Colômbia. Não deve haver guerra, porque pela guerra, neste instante da história da América, não se resolve nenhum problema".

O nome de Cuba passará à história pelo que fez e está fazendo pela humanidade, nos campos da educação, da cultura e da saúde, na época mais difícil que nossa espécie conheceu.

“A interpretação do Hino em 20 de outubro coincide com o fato de armas com que a Revolução consegue a primeira e mais importante vitória sobre as tropas coloniais espanholas. A capitulação de Bayamo e a entrada vitoriosa de Céspedes, supõem a culminação do ato de rebeldia iniciado em 10 de outubro na usina açucareira "La Demajagua", que deu uma virada na história do país e fez nascer, sobre as ruínas dos primeiros redutos coloniais, a nação cubana”.

“Não são os homens os que fazem a história, é a história a que faz os homens ou as figuras ou as personalidades; os homens interpretam, de uma maneira ou outra, os acontecimentos, mas são filhos da história”.

“Na história de nossa juventude sempre estiveram esses estudantes de medicina, e esses estudantes de medicina lutaram contra os governos”.