“Cada qual deve lutar pela paz a sua maneira, cada qual deve lutar pela paz com o que possa e como possa. Assim, a América Latina, ao se enfrentar cada vez mais aos imperialistas, luta pela paz. Enquanto mais povos lutando por sua liberdade houver, mais possibilidades de paz no mundo, mais maniatados estarão os imperialistas, mais fracos serão os imperialistas para desencadear a guerra”.

"América Latina é um continente convulsionado pela onda revolucionária que se desata. Os imperialistas tentam deter essa onda, tentam conseguir o impossível de impedir o avanço dessa onda revolucionária; porém mais do que uma onda revolucionária, é uma verdadeira tromba-d’água revolucionária que varrerá com o imperialismo nos nossos povos da América Latina".

“E fique bem claro para sempre: dessa sentina repugnante e asquerosa e desprestigiada que é a OEA, nossa pátria jamais fará parte. Pertenceremos algum dia à associação ou organização ou à comunidade de Estados Revolucionários de América Latina.” 
“Algum dia, quando a revolução triunfar no resto dos povos da América Latina, nós nos juntaremos aos outros povos e faremos a comunidade de povos latino-americanos. Para tal é preciso a revolução, para tal é preciso o socialismo.”

"Vivemos no hemisfério americano. Temos conhecido do domínio, a opressão e da corrupção do imperialismo. Vemos a América Latina oprimida pelo imperialismo, e sentimos profundamente a necessidade de lutar contra esse sistema; sofremos ele de perto."

 

Discurso proferido na sede do Conselho de Estado da República Democrática Alemã, 2 de abril de 1977

 

"Pode o império e o sistema causante de tudo isso falar ao mundo, realmente, de direitos humanos? Direitos humanos dentro de um sistema em que uma enorme parte da população não tem empregos, em que as mulheres são prostituídas, em que as crianças são abandonadas? Resultam impressionantes as cifras de crianças abandonadas na América Latina, de milhões, de muitos milhões. Como pode esse sistema oferecer esperanças ao homem? Como pode esse sistema falar de consideração para com o homem?
É por isso que nós temos tanta fé no socialismo, e temos tanta confiança no socialismo e tão profundas convicções socialistas".

“Confiem em Cuba! Cuba não só está defendendo ali, naquela trincheira, sua própria soberania: nós entendemos que daquela trincheira nós também estamos defendendo os interesses dos demais povos da América Latina.”
“Acredito que hoje em América Latina a batalha prioritária é —no meu entender— derrotar o neoliberalismo, porque se não derrotamos ao neoliberalismo desaparecemos como nações, desaparecemos como Estados independentes, e seremos mais colônias do que nunca o foram os países do Terceiro Mundo.”
“Já faz um ano que, como expressão de nossa vontade política soberana, decidimos constituir a Associação de Estados do Caribe. Temos perante nós um grande desafio. Trata-se de forjar um destino comum para nações notavelmente dispares no que respeita ao tamanho, à população e ao desenvolvimento [...]. A região compreende finalmente que na unidade está o caminho futuro de nossos povos.”
“Imitemos o exemplo daqueles que foram nossos predecessores. Vamos fazer o que Bolívar, San Martín, Artigas, O’Higgins, Sucre, Juarez, Morazán e Martí tivessem feito em iguais circunstâncias, para que Nossa América ocupe um lugar digno em um mundo no qual todos tenhamos direito a viver.”
“Imitemos o exemplo daqueles que foram nossos predecessores. Façamos aquilo que Bolívar, San Martín, Artigas, O'Higgins, Sucre, Juárez, Morazán e Martí teriam feito nas mesmas circunstâncias, para que Nossa América ocupasse um lugar digno num mundo em que todos nós tenhamos direito a viver.”