“Nossos irmãos mortos em Barbados já não são só mártires; são símbolos na luta contra o terrorismo, erguem-se hoje como gigantes nessa batalha histórica para erradicar o terrorismo da face da Terra…”

"A Lei de Ajuste Cubano não apenas constitui uma lei assassina, mas também uma lei terrorista, de um terrorismo da pior espécie, que mata conscientemente e sem o menor remorso a crianças inocentes".

"A máfia terrorista e seus cúmplices não deviam ignorar que, por questões de honra e de princípios, Cuba esteve, mais de uma vez, disposta a sacrificar glórias e interesses".  
 

"Orlando Bosch e Posada Carriles, os mais sanguinários exponentes do terrorismo imperialista contra o nosso povo, realizaram dezenas de atrozes ações em numerosos países do hemisfério, incluído no território dos Estados Unidos. Milhares de cubanos perderam a vida ou ficaram mutilados em conseqüência dessas covardes e abomináveis ações".

"O terrorismo no mais moderno e dramático conceito, com o apoio de sofisticados médios técnicos e explosivos de grande potência, foi criado e desenvolvido pelos próprios governantes dos Estados Unidos para destruir a nossa Revolução".

"O governo dos Estados Unidos e suas instituições mais representativas decidiram de antemão a liberdade do monstro. (...) Aqueles que o treinaram e ordenaram destruir uma nave cubana de passageiros em pleno vôo, com 73 atletas, estudantes e outros viajantes nacionais e estrangeiros a bordo, além de sua abnegada tripulação; aqueles que, estando preso o terrorista na Venezuela, compraram sua liberdade para fornecer e dirigir praticamente uma guerra suja contra o povo da Nicarágua, que significou a perda de milhares de vidas e a ruína do país por décadas; aqueles que lhe deram faculdades para contrabandear com drogas e com armas com o objetivo de burlar as leis do Congresso; aqueles que junto dele criaram a terrível Operação Condor e internacionalizaram o terror; aqueles que torturaram e na maioria das vezes mataram e desapareceram fisicamente centenas de milhares de latino-americanos, era impossível que atussem de outra maneira".

"O mais genuíno representante de um sistema de terror imposto ao mundo pela superioridade tecnológica, econômica e política da potência mais poderosa que tenha conhecido nosso planeta, é sem dúvida George W. Bush".

"Não era suficiente para Bush ter ultrajado o nome de Cuba instalando no território ilegalmente ocupado de Guantánamo um horrível centro de tortura similar ao de Abu Ghraib, que quando se soube de sua existência provocou espanto no mundo. A cruel ação de seus antecessores não era suficiente para ele. Não se conformava com os US$ 100 bilhões que obrigaram a gastar a um país pobre e subdesenvolvido como Cuba. Acusar Posada Cariiles era acusar-se a si próprio".
 
(...)  
 
"Não bastava a invasão mercenária de Girón (...)"  
 
"Não bastava a Crise de Outubro de 1962, que levou o mundo ao limite de uma guerra termonuclear total, quando já existiam bombas 50 vezes mais poderosas que as que explodiram em Hiroshima e Nagasaki".
 
"Na bastava introduzir em nosso país vírus, bactérias e fungos contra culturas e rebanhos, inclusive, ainda que pareça incrível, contra seres humanos. De laboratórios norte-americanos saíram alguns destes patogênicos para serem trasladados a Cuba por terroristas bem conhecidos ao serviço do governo dos Estados Unidos".
 
"(...) a enorme injustiça de manter prisioneiros cinco heróicos patriotas que, por informar sobre as atividades terroristas, foram condenados de maneira fraudulenta a punições que atingem até duas prisões perpétuas, e suportam com estoicismo, cada um deles em cárceres diferentes, cruéis maltratos".

"Por que, em nome da liberdade de informação, não se revela um só documento que nos diga como a CIA há quase já meio século fez com que estourasse o vapor "La Coubre?"

"Quando triunfa a Revolução em Cuba em Primeiro de Janeiro de 1959, quase 15 anos depois do estalido das primeiras armas nucleares, e proclama uma Lei de Reforma Agrária baseada no princípio de soberania nacional, consagrado pelo sangue dos milhões de combatentes que morreram naquela guerra, a resposta dos Estados Unidos foi um programa de factos ilegais e atentados terroristas contra o povo cubano, subscritos pelo próprio presidente dos Estados Unidos, Dwight D. Eisenhower".

"Alguma vez McCain pensou nos Cinco Heróis antiterroristas cubanos que foram presos em cadeias solitárias como as que ele diz detestar, obrigados a comparecer perante um júri da Pequena Havana por delitos que nunca cometeram, condenados três deles a uma e até duas prisões perpétuas e os outros dois a 19 e 15 anos? Conhece que as autoridades dos Estados Unidos receberam informação que pôde impedir a morte por terrorismo de cidadãos norte-americanos?
 
Conhece as atividades de Posada Carriles e Orlando Bosch, responsáveis pela explosão durante o vôo do avião cubano de passageiros e da morte dos 73 ocupantes?
 
Por que não fala sobre isso aos cadetes de Annapolis?
 
Os heróis cubanos cumprirão em breve 10 anos de prisão. Não assassinaram nem torturaram nunca a ninguém. Agora não os acuse de terem torturado os pilotos norte-americanos no Vietnã".

"A própria Condoleezza Rice teria que responder algumas perguntas: Quantos norte-americanos têm perdido a vida como consequência de bombas enviadas por Cuba? Nalguma ocasião foi quebrado algum tijolo devido a um engenho explosivo procedente do nosso país? Porquê somos incluídos na grotesca lista de países terroristas, em que se ameaça acrescentar arbitrariamente à Venezuela? Quem usou o terrorismo contra nossa pátria para destruir aviões em pleno voo, provocar sabotagens, invasões mercenárias e ameaças de bombardeios e guerras, bloqueio econômico e ações que têm costado milhares de vidas e centenas de milhares de milhões de dólares? Quem vai acreditar em você e em Bush? Porquê é que se empenham em provocar guerras fratricidas entre os povos da América Latina? (...) No Iraque morreu mais de um milhão de pessoas. Quantos mortos oferecem os Estados Unidos à América Latina, uma região de mais de 500 milhões de habitantes, para defender sua democracia e seu império?".