• Envolve-se no grupo Guamá, instituição dedicada à arqueologia.
  • É eleito Delegado estudantil pela disciplina de Antropologia Jurídica.
  • É eleito Vice-presidente da Federação Estudantil Universitária da Faculdade de Direito.
  • Participa na manifestação estudantil em recordação do mártir estudantil Rafael Trejo, assassinado durante os anos difíceis da ditadura de Gerardo Machado.
  • Participa numa manifestação organizada pela Federação Estudantil Universitária (FEU) para condenar o assassinato do jovem estudante Carlos Martínez Junco.

  • Chega a Manzanillo acompanhado de Lionel Soto, Vice-presidente da Federação Estudantil Universitária (FEU) da Faculdade de Filosofia, para, em representação da FEU, solicitar à delegação de Veteranos da cidade o traslado para a Havana do Sino de La Demajagua para que esteja presente no ato de protesto contra o governo corrupto de Ramón Grau. O sino é trasladado para a Universidade de Havana e colocado sob proteção no Salão dos Mártires.

  • Um grupo de gângsteres ao serviço do ministro da Educação José Manuel Alemán, rouba o Sino de La Demajagua do Salão dos Mártires da FEU para impedir que seja usado no protesto popular contra o governo de Grau.
  • Os estudantes universitários iniciam incessante protesto pelo sequestro do Sino, até que é devolvido ao povo de Manzanillo, no dia 12 de novembro. Em discurso na Escadaria universitária condena energicamente o roubo e qualifica-o de “inaudito e de ultraje à relíquia da República”.
  • Ocupa a Presidência da Associação de Estudantes de Direito, depois da destituição regulamentar do Presidente em exercício por incapacidade para dirigir o estudantado e vincular-se a interesses alheios aos universitários.

  • É detido pela Polícia Secreta, juntamente com outros líderes estudantis, na bifurcação das ruas San José e Mazón, em Havana, onde se reuniam em apoio a uma das candidaturas presidenciais da Federação Estudantil Universitária (FEU), que advoga pela moralização da Universidade. São levados para a sede do Serviço de Investigações Extraordinárias Especiais da Polícia Nacional, no Castelo do Príncipe.

  • É liberado perto das 11 horas da manhã, após ser detido no dia anterior e recluído no Castelo do Príncipe pela Polícia Secreta comandada por Mario Salabarría. Na porta da prisão denuncia à imprensa a arbitrária detenção. Semanas depois, será objeto de inúmeras pressões para que abandone a luta estudantil.

  • Participa dos preparativos da frustrada expedição de Cayo Confites para combater a ditadura do general Rafael Leónidas Trujillo na República Dominicana.
  • Assina juntamente com outros dirigentes estudantis um Manifesto que repudia as eleições estudantis na Universidade de Havana e acusa de fraude, (*)fulanismo e violação absoluta dos princípios ideológicos aos integrantes da mesa executiva.