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Amplo programa cultural pelos 400 anos de literatura em Cuba
Os 400 anos de Espelho de Paciência (1608), primeira obra da literatura
cubana, serão celebrados a partir do próximo dia 20 até o mês de
novembro com um amplo programa cultural, que inclui mais de uma
disciplina artística.
Fonte
ACN
Data
Os 400 anos de Espelho de Paciência (1608), primeira obra da literatura cubana, serão celebrados a partir do próximo dia 20 até o mês de novembro com um amplo programa cultural, que inclui mais de uma disciplina artística.
O centro das atividades será o Colóquio Internacional Quatro Séculos de Literatura Cubana que, do três ao sete de novembro, reunirá estudiosos de mais de 20 países. Entre eles, Zaida Capote, coordenadora do encontro, mencionou à ACN o México, Venezuela, Estados Unidos, Austrália, Argentina, Irã, Coréia do Sul e França. Mas a abertura oficial se produzirá em 20 de outubro, Dia da Cultura Nacional, com um painel organizado com a FEU (Federação Estudantil Universitária) reconhecidos escritores estabelecerão um debate sobre a criação literária cubana.
No dia 21, Eusebio Leal, Historiador da Cidade de Havana, deixará inaugurada parte mais antiga da capital, especificamente na Rua dos Ofícios, uma tarja comemorativa do acontecimento. Enquanto isso, nessa mesma tarde começará o ciclo de leituras de obras teatrais que Edições Tablas Alarcos efetuará todas as terças-feiras até o 20 de novembro.
Em 30 de outubro ficará cancelada uma série postal com imagens de cartazes participantes no concurso Quatro Séculos, e que foram expostos na passada Feira Internacional do Livro.
Teatro das Estações apresentará em 04 de novembro A Virgenzinha de Bronze (texto de Norge Espinosa) na Sala Llauradó, e no dia seguinte o Balé Nacional de Cuba oferecerá uma gala em cuja apresentação se incluem fragmentos do libreto de Fina García Marruz sobre a novela Luzia Jerez, de José Martí
O tradicional Sábado do Livro dessa semana reserva uma edição comemorativa de Letras Cubanas com três das primeiras obras escritas em Cuba e um número especial da revista Extramuros.
Na primeira semana de novembro estará no telão do cinema Riviera o ciclo A literatura cubana no cinema, com a projeção de clássicos como Memórias do subdesenvolvimento, Cecilia, O século das luzes, O outro Francisco e Juan Quin Quin em Pueblo Mocho.
O centro das atividades será o Colóquio Internacional Quatro Séculos de Literatura Cubana que, do três ao sete de novembro, reunirá estudiosos de mais de 20 países. Entre eles, Zaida Capote, coordenadora do encontro, mencionou à ACN o México, Venezuela, Estados Unidos, Austrália, Argentina, Irã, Coréia do Sul e França. Mas a abertura oficial se produzirá em 20 de outubro, Dia da Cultura Nacional, com um painel organizado com a FEU (Federação Estudantil Universitária) reconhecidos escritores estabelecerão um debate sobre a criação literária cubana.
No dia 21, Eusebio Leal, Historiador da Cidade de Havana, deixará inaugurada parte mais antiga da capital, especificamente na Rua dos Ofícios, uma tarja comemorativa do acontecimento. Enquanto isso, nessa mesma tarde começará o ciclo de leituras de obras teatrais que Edições Tablas Alarcos efetuará todas as terças-feiras até o 20 de novembro.
Em 30 de outubro ficará cancelada uma série postal com imagens de cartazes participantes no concurso Quatro Séculos, e que foram expostos na passada Feira Internacional do Livro.
Teatro das Estações apresentará em 04 de novembro A Virgenzinha de Bronze (texto de Norge Espinosa) na Sala Llauradó, e no dia seguinte o Balé Nacional de Cuba oferecerá uma gala em cuja apresentação se incluem fragmentos do libreto de Fina García Marruz sobre a novela Luzia Jerez, de José Martí
O tradicional Sábado do Livro dessa semana reserva uma edição comemorativa de Letras Cubanas com três das primeiras obras escritas em Cuba e um número especial da revista Extramuros.
Na primeira semana de novembro estará no telão do cinema Riviera o ciclo A literatura cubana no cinema, com a projeção de clássicos como Memórias do subdesenvolvimento, Cecilia, O século das luzes, O outro Francisco e Juan Quin Quin em Pueblo Mocho.