A investigação digital forense para os dispositivos móveis figura como um tema muito debatido entre os delegados do IX Simpósio Internacional da Técnica Criminalística, Tecnicrim 2015, que conclui hoje nesta capital.
Sobre o tópico, o especialista sueco Magnus Anselkev recordou que no mundo existem atualmente mais celulares que pessoas, daí a importância de que os peritos se preparem constantemente nesse sentido.
Para agravar a situação, o surgimento dos Smartphones e Tablets dão uma nova dimensão a essa realidade, pois nesses dispositivos inteligentes está registrada grande parte da vida das pessoas, reconheceu Anselkev.
O especialista explicou que hoje a descoberta de um celular em uma cena do crime pode ser em dadas ocasiões tão ou mais importante que a arma homicida na construção de um caso, devido à grande quantidade de informação que pode se recuperar desses dispositivos.
Já existem inclusive poderosas ferramentas, como o XRY, para resgatar e analisar todo tipo de dados recuperados de um telefone ou uma tablet; esses programas são utilizados por corpos de polícia, bombeiros, exército e a marinha em todo mundo, concluiu.
Nesta última jornada de trabalho da Tecnicrim 2015 se discutirá sobre Criminalística e ciências aplicadas, tema que inclui conferências a respeito do desenvolvimento de aplicativos informático-biométricos em função de uma investigação, ou os sistemas para a interpretação de misturas de DNA, entre outras.
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Analisam desafios da Criminalística na era digital
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Prensa Latina
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