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Analisará UNASUR bases militares norte-americanas em Cúpula extraordinária
A União de Nações Sul-americanas (UNASUR) condenou a usurpação de poderes em Honduras e resolveu debater em Cúpula extraordinária o assunto das sete bases que os Estados Unidos usarão na Colômbia, e cujo perigo para a América Latina foi denunciado no evento.
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ACN
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A União de Nações Sul-americanas (UNASUR) condenou a usurpação de poderes em Honduras e resolveu debater em Cúpula extraordinária o assunto das sete bases que os Estados Unidos usarão na Colômbia, e cujo perigo para a América Latina foi denunciado no evento.
A reunião regional teve lugar em Quito depois da cerimônia em que o presidente equatoriano, Rafael Correa, assumiu um novo mandato, celebrada na Assembléia Nacional e ante a presença de mais de mil convidados entre os que se encontrava o presidente cubano, Raúl Castro, publicou o jornal Juventude Rebelde.
Como se esperava, a preocupação que desperta na região o acordo mediante o qual a Colômbia permitirá aos Estados Unidos o uso de sete bases militares foi expressa na reunião, durante a que o chefe de estado venezuelano, Hugo Chávez, avisou sobre o perigo que isso supõe para a segurança de seu país e da região em geral.
«Cumpro com a minha obrigação moral de alertar: ventos de guerra começam a soprar», afirmou o líder bolivariano, quem estimou que a UNASUR deve analisar o problema para evitar a desestabilização e a guerra no continente.
O boliviano Evo Morais, por sua vez, pediu à União de Nações Sul-americanas salvar o povo colombiano dos militares estadunidenses, «porque uma coisa são os governos e outra os povos».
A preocupação também foi expressa por Correa, que se pronunciou por analisar o assunto na reunião de ministros das Relações Exteriores e da Defesa dessa organização, que se celebrará em 24 de agosto próximo na capital equatoriana.
A presidenta da Argentina, Cristina Fernández, propôs Buenos Aires como sede de uma junta urgente de líderes da UNASUR sobre o assunto, e à que convidariam o governante da Colômbia, Álvaro Uribe, para analisarem a instalação de bases norte-americanas nesse território.
Ao fazer entrega da presidência da UNASUR, Michelle Bachelet, do Chile, destacou os sucessos de seu mandato à frente da entidade, e condenou o golpe de estado em Honduras ao mesmo tempo em que exigiu a restituição de seu presidente constitucional, Manuel Zelaya.
Similar pronunciamento recolheu a Declaração de Quito, assinada por nove chefes de estado membros do bloco, que fizeram especial ênfase na importância de acelerar e aprofundar a integração regional para enfrentar os problemas que surgem no contexto mundial, referiu TeleSur.
O texto também assinala que ante a crise que se abate sobre o planeta é necessário dar «uma resposta política». O assunto «exige um conjunto equilibrado de ações que estabilizem o sistema financeiro, reativem a economia, priorizem a criação do emprego e o fortalecimento da proteção social, assegurando a recuperação econômica sobre a base de um desenvolvimento sustentável», assinalou.
A reunião regional teve lugar em Quito depois da cerimônia em que o presidente equatoriano, Rafael Correa, assumiu um novo mandato, celebrada na Assembléia Nacional e ante a presença de mais de mil convidados entre os que se encontrava o presidente cubano, Raúl Castro, publicou o jornal Juventude Rebelde.
Como se esperava, a preocupação que desperta na região o acordo mediante o qual a Colômbia permitirá aos Estados Unidos o uso de sete bases militares foi expressa na reunião, durante a que o chefe de estado venezuelano, Hugo Chávez, avisou sobre o perigo que isso supõe para a segurança de seu país e da região em geral.
«Cumpro com a minha obrigação moral de alertar: ventos de guerra começam a soprar», afirmou o líder bolivariano, quem estimou que a UNASUR deve analisar o problema para evitar a desestabilização e a guerra no continente.
O boliviano Evo Morais, por sua vez, pediu à União de Nações Sul-americanas salvar o povo colombiano dos militares estadunidenses, «porque uma coisa são os governos e outra os povos».
A preocupação também foi expressa por Correa, que se pronunciou por analisar o assunto na reunião de ministros das Relações Exteriores e da Defesa dessa organização, que se celebrará em 24 de agosto próximo na capital equatoriana.
A presidenta da Argentina, Cristina Fernández, propôs Buenos Aires como sede de uma junta urgente de líderes da UNASUR sobre o assunto, e à que convidariam o governante da Colômbia, Álvaro Uribe, para analisarem a instalação de bases norte-americanas nesse território.
Ao fazer entrega da presidência da UNASUR, Michelle Bachelet, do Chile, destacou os sucessos de seu mandato à frente da entidade, e condenou o golpe de estado em Honduras ao mesmo tempo em que exigiu a restituição de seu presidente constitucional, Manuel Zelaya.
Similar pronunciamento recolheu a Declaração de Quito, assinada por nove chefes de estado membros do bloco, que fizeram especial ênfase na importância de acelerar e aprofundar a integração regional para enfrentar os problemas que surgem no contexto mundial, referiu TeleSur.
O texto também assinala que ante a crise que se abate sobre o planeta é necessário dar «uma resposta política». O assunto «exige um conjunto equilibrado de ações que estabilizem o sistema financeiro, reativem a economia, priorizem a criação do emprego e o fortalecimento da proteção social, assegurando a recuperação econômica sobre a base de um desenvolvimento sustentável», assinalou.
