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Argentina e Cuba exploram integração em ramos médicos
Argentina e Cuba identificaram que têm hoje oportunidades de integração e complementação em ramos dos serviços médicos e fabricação de medicamentos, inclusive, neste último, na produção cooperada para abastecer mercados terceiros.
Fonte
Prensa Latina
Data
Argentina e Cuba identificaram que têm hoje oportunidades de integração e complementação em ramos dos serviços médicos e fabricação de medicamentos, inclusive, neste último, na produção cooperada para abastecer mercados terceiros.
Essa foi a principal conclusão de uma visita que uma delegação composta por especialistas do Grupo BioCubaFarma e da Empresa de Serviços Médicos realizou a este país, disse para a Prensa Latina aqui o conselheiro Comercial e Econômico, Jorge Risquet Valdés Jiménez.
Realizaram contatos com autoridades e instituições de seis províncias, Buenos Aires, Santa Fé, Chaco, Entre Ríos, Chubut e Misiones, nas quais vivem mais de 60% da população do país.
Também se reuniram com 16 laboratórios públicos e privados de diversas capacidades e escalas de produção.
Argentina e Cuba têm condições para continuar se integrando através de programas de cooperação na saúde a nível nacional, provincial e municipal, e do intercâmbio comercial de medicamentos e serviços médicos, como uma estratégia de interesse bilateral e benefício mútuo, considerou Valdés Jiménez.
Para ilustrar uma possibilidade de cooperação integrada, o Conselheiro disse que o Instituto Dr. Tomás Perón fabrica uma vacina que Cuba não produz e importa para seu quadro de 13 imunizações, e o Hospital de Niños de la Plata se interessou na técnica cubana de caráter estereotático para sua aplicação na cirurgia neurológica infantil.
Aí há uma coincidência de interesses que podem ser complementados em benefício mútuo, sugeriu o diplomata.
No campo da elaboração de medicamentos, existe igualmente a possibilidade de integração para a produção cooperada de medicamentos para mercados terceiros.
Quanto aos serviços médicos, a parte argentina se interessou na reabilitação considerando a boa experiência cubana, em especial no assessoramento e capacitação que especialistas da ilha possam dar.
De fato, a representação cubana ofereceu vagas para a formação de técnicos argentinos nesta especialidade.
Toda esta oportunidade de integração e intercâmbio se dá no marco do convênio existente a nível de Estado de medicamentos cubanos por alimentos argentinos.
Valdés Jiménez afirmou que Cuba continua apostando na aquisição de produtos alimentares na Argentina, e disse que ao concluir o ano de 2014 a ilha terá importado - contabilizando 2013 e 2014 - mais de um milhão de toneladas de alimentos, basicamente milho, derivados de soja e leite em pó.
Essa foi a principal conclusão de uma visita que uma delegação composta por especialistas do Grupo BioCubaFarma e da Empresa de Serviços Médicos realizou a este país, disse para a Prensa Latina aqui o conselheiro Comercial e Econômico, Jorge Risquet Valdés Jiménez.
Realizaram contatos com autoridades e instituições de seis províncias, Buenos Aires, Santa Fé, Chaco, Entre Ríos, Chubut e Misiones, nas quais vivem mais de 60% da população do país.
Também se reuniram com 16 laboratórios públicos e privados de diversas capacidades e escalas de produção.
Argentina e Cuba têm condições para continuar se integrando através de programas de cooperação na saúde a nível nacional, provincial e municipal, e do intercâmbio comercial de medicamentos e serviços médicos, como uma estratégia de interesse bilateral e benefício mútuo, considerou Valdés Jiménez.
Para ilustrar uma possibilidade de cooperação integrada, o Conselheiro disse que o Instituto Dr. Tomás Perón fabrica uma vacina que Cuba não produz e importa para seu quadro de 13 imunizações, e o Hospital de Niños de la Plata se interessou na técnica cubana de caráter estereotático para sua aplicação na cirurgia neurológica infantil.
Aí há uma coincidência de interesses que podem ser complementados em benefício mútuo, sugeriu o diplomata.
No campo da elaboração de medicamentos, existe igualmente a possibilidade de integração para a produção cooperada de medicamentos para mercados terceiros.
Quanto aos serviços médicos, a parte argentina se interessou na reabilitação considerando a boa experiência cubana, em especial no assessoramento e capacitação que especialistas da ilha possam dar.
De fato, a representação cubana ofereceu vagas para a formação de técnicos argentinos nesta especialidade.
Toda esta oportunidade de integração e intercâmbio se dá no marco do convênio existente a nível de Estado de medicamentos cubanos por alimentos argentinos.
Valdés Jiménez afirmou que Cuba continua apostando na aquisição de produtos alimentares na Argentina, e disse que ao concluir o ano de 2014 a ilha terá importado - contabilizando 2013 e 2014 - mais de um milhão de toneladas de alimentos, basicamente milho, derivados de soja e leite em pó.
