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Associação Cultural Iorubá de Cuba recorda Antonio Castañeda
O canto, a dança e a poesia se vestiram de gala hoje na Associação Cultural Iorubá de Cuba para prestar homenagem a seu presidente, Antonio Castañeda, falecido recentemente.
Fonte
Prensa Latina
Data
O canto, a dança e a poesia se vestiram de gala hoje na Associação Cultural Iorubá de Cuba para prestar homenagem a seu presidente, Antonio Castañeda, falecido recentemente.
Glórias da música cubana se deram no evento nesta sexta-feira para oferecer um digno tributo ao também deputado da Assembleia Nacional, ante a presença de funcionários de organizações e organismos nacionais e convidados estrangeiros.
Em tal sentido, a destacada bailarina, Zenaida Armenteros, Prêmio Nacional de Dança 2005, uma vez mais cativou o público, ao conseguir um perfeito binômio de canto e dança, para se apoderar do alma dos espectadores.
Destaque a parte também merece a soprano Maria Eugenia Barrios, que acompanhada dos jovens da Academia Nacional de Canto Mariana de Gonitch, ratificou ser uma das vozes mais elogiadas da arte lírica cubana.
A representação por grupos afrocubanos (Obini Batá, Oba llu, Os Obeyis) das deidades do panteão iorubá: Iemajá, Oxum e Obatalá, entre outras, enfatizaram a homenagem, que ao dizer dos presentes, cumpriu as expectativas.
"Foi uma homenagem preciosa por uma grande parte dos grupos que participam através do tempo nesta instituição, que foram, inclusive, promovidos por ele, expressou à Prensa Latina a viúva de Castañeda, Georgina Fuerte, diretora do Museu dos Orixás.
Sei que esta atividade chegou a Olofi (uma das manifestações do Deus supremo da religião iorubá), e onde quer que esteja, Castañeda a recebeu com a satisfação grandiosa da justa homenagem que merece, acrescentou.
Com chave de ouro encerrou o tributo ao presidente da Associação Cultural Iorubá de Cuba, ao se exaltar uma frase que levantou o espírito dos presentes: "Só há uma forma de vencer a morte, recordando aos que partiram".
Consagrado como babalaô no rito de Ifá desde 1965, Castañeda trabalhou por fomentar a criação da Associação Cultural Iorubá de Cuba, fato que se consumou em 1991, quando o Estado cubano reconheceu legalmente esta instituição religiosa.
Glórias da música cubana se deram no evento nesta sexta-feira para oferecer um digno tributo ao também deputado da Assembleia Nacional, ante a presença de funcionários de organizações e organismos nacionais e convidados estrangeiros.
Em tal sentido, a destacada bailarina, Zenaida Armenteros, Prêmio Nacional de Dança 2005, uma vez mais cativou o público, ao conseguir um perfeito binômio de canto e dança, para se apoderar do alma dos espectadores.
Destaque a parte também merece a soprano Maria Eugenia Barrios, que acompanhada dos jovens da Academia Nacional de Canto Mariana de Gonitch, ratificou ser uma das vozes mais elogiadas da arte lírica cubana.
A representação por grupos afrocubanos (Obini Batá, Oba llu, Os Obeyis) das deidades do panteão iorubá: Iemajá, Oxum e Obatalá, entre outras, enfatizaram a homenagem, que ao dizer dos presentes, cumpriu as expectativas.
"Foi uma homenagem preciosa por uma grande parte dos grupos que participam através do tempo nesta instituição, que foram, inclusive, promovidos por ele, expressou à Prensa Latina a viúva de Castañeda, Georgina Fuerte, diretora do Museu dos Orixás.
Sei que esta atividade chegou a Olofi (uma das manifestações do Deus supremo da religião iorubá), e onde quer que esteja, Castañeda a recebeu com a satisfação grandiosa da justa homenagem que merece, acrescentou.
Com chave de ouro encerrou o tributo ao presidente da Associação Cultural Iorubá de Cuba, ao se exaltar uma frase que levantou o espírito dos presentes: "Só há uma forma de vencer a morte, recordando aos que partiram".
Consagrado como babalaô no rito de Ifá desde 1965, Castañeda trabalhou por fomentar a criação da Associação Cultural Iorubá de Cuba, fato que se consumou em 1991, quando o Estado cubano reconheceu legalmente esta instituição religiosa.
