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Bases de EE.UU. em Colômbia a debate em Venezuela
A Biblioteca Nacional de Venezuela convocou hoje a participar manhã em um debate sobre o incremento da presença militar estadounidense em Colômbia e suas conseqüências para a região.
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PL
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A Biblioteca Nacional de Venezuela convocou hoje a participar manhã em um debate sobre o incremento da presença militar estadounidense em Colômbia e suas conseqüências para a região.
No conversatorio Bases Militares em Latinoamérica: O Império Contraataca , estarão como palestrantes o coordenador de Formação Política do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), Jorge Arreaza; o diretor de Relações Internacionais do Ministério de Cultura, Sergio Rodríguez, e o General Melvin López Hidalgo, ex Secretário do Conselho de Defesa Nacional.
A moderación do evento estará a cargo do presidente do Centro de Estudos Latinoamericanos Rómulo Galegos, Roberto Hernández.
Segundo o acordo colombo-estadounidense, Washington poderá usar ao menos sete enclaves militares em território neogranadino.
O mandatário venezuelano, Hugo Chávez, reiterou sua rejeição ao expansionismo militar do Norte no programa Aló Presidente da véspera, durante o qual remarcó que os norte-americanos não se limitarão a operar suas tropas em Colômbia, senão que tentarão controlar áreas estratégicas como a Faixa Petrolífera do rio Orinoco.
Em frente ao perigo de guerra, Chávez propôs o passado 7 de agosto a formação do que denominou bases pela paz.
"Venezuela está à ordem. Se lá (em Colômbia) abrem sete, cá abriremos 70 bases de paz para falar, discutir, sobre a paz", sublinhou.
Este país iniciou o passado 28 de julho o processo de congelar as relações econômicas com Colômbia em resposta à ameaça que representa para a região o convênio militar colombo-estadounidense.
No conversatorio Bases Militares em Latinoamérica: O Império Contraataca , estarão como palestrantes o coordenador de Formação Política do Partido Socialista Unido de Venezuela (PSUV), Jorge Arreaza; o diretor de Relações Internacionais do Ministério de Cultura, Sergio Rodríguez, e o General Melvin López Hidalgo, ex Secretário do Conselho de Defesa Nacional.
A moderación do evento estará a cargo do presidente do Centro de Estudos Latinoamericanos Rómulo Galegos, Roberto Hernández.
Segundo o acordo colombo-estadounidense, Washington poderá usar ao menos sete enclaves militares em território neogranadino.
O mandatário venezuelano, Hugo Chávez, reiterou sua rejeição ao expansionismo militar do Norte no programa Aló Presidente da véspera, durante o qual remarcó que os norte-americanos não se limitarão a operar suas tropas em Colômbia, senão que tentarão controlar áreas estratégicas como a Faixa Petrolífera do rio Orinoco.
Em frente ao perigo de guerra, Chávez propôs o passado 7 de agosto a formação do que denominou bases pela paz.
"Venezuela está à ordem. Se lá (em Colômbia) abrem sete, cá abriremos 70 bases de paz para falar, discutir, sobre a paz", sublinhou.
Este país iniciou o passado 28 de julho o processo de congelar as relações econômicas com Colômbia em resposta à ameaça que representa para a região o convênio militar colombo-estadounidense.
