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Beatificado em Cuba Frei José Olallo Valdés, assiste Raúl à cerimônia
O Presidente de Cuba Raúl Castro Ruz assistiu à cerimônia de beatificação de Frei José Olallo Valdés, irmão da Ordem Hospitalar de São João de Deus, celebrada neste sábado na Praça da Liberdade da urbe de Camagüey.
Fonte
ACN
Data
O Presidente de Cuba Raúl Castro Ruz assistiu à cerimônia de beatificação de Frei José Olallo Valdés, irmão da Ordem Hospitalar de São João de Deus, celebrada neste sábado na Praça da Liberdade da urbe de Camagüey.
O solene ato litúrgico esteve presidido pelo Cardeal José Saraiva Martins, Prefeito Emérito da Congregação para a Causa dos Santos do Vaticano. Lá, aliás, se reuniu a máxima hierarquia católica do país, entre eles: o Cardeal Jaime Ortega Alamino, arcebispo de Havana e o arcebispo de Camagüey, monsenhor Juan García Rodríguez —estes dois últimos concelebrantes— sem contar um número nutrido de bispos e fiéis das arquidiocese e dioceses do país.
O núncio Apostólico, Monsenhor Luigi Bonazzi também participou do ato, assim como vários funcionários cubanos.
O Cardeal José Saraiva Martins, celebrante principal, transmitiu ao povo e às autoridades o cumprimento do Papa Bento XVI e deu leitura à Carta Apostólica de proclamação como beato do Irmão de São João de Deus José Olallo Valdés, decreto assinado pelo Papa em 15 de março deste ano. Graças a isso, o novo beato, poderá receber culto público nas igrejas do país.
Mais de uma centena de irmãos de São João de Deus de vários países viajaram a Camagüey especialmente para a ocasião e participaram do culto junto com a população local.
A urna com os restos do padre Olallo foi transladada por uma procissão e colocada cerca do altar. Durante a cerimônia, o arcebispo de Camagüey, monsenhor Juan García Rodríguez, e o Superior General da mencionada Ordem, William Forkan, pronunciaram palavras de agradecimento pela beatificação do frei, cuja vida de cristão exemplar serviu para o atual processo de sagração.
O Diácono Miguel Ángel Ortiz, da Igreja A Solidão de Camagüey, entregou a Raúl uma Biblia poliglota, presente do Arcebispo da cidade. Depois do qual o presidente de Cuba saudou as autoridades eclesiásticas e a outros membros do clero, freiras, laicos e o povo camagüeyano que o aclamava.
Ao final da missa, uma procissão transladou os restos do chamado Padre dos Pobres para a Praça de São João de Deus – batizada em homenagem a esse santo português – onde o religioso cubano desenvolveu um exemplar trabalho assistencial em prol dos mais necessitados.
Frei José não só foi um homem pio, mas também um patriota. Em 12 de maio de 1873 na mesma Praça ele teve que defender e lavar o cadáver do Maior General Ignacio Agramonte Loynaz, caído em combate pela independência de Cuba um dia antes.
O solene ato litúrgico esteve presidido pelo Cardeal José Saraiva Martins, Prefeito Emérito da Congregação para a Causa dos Santos do Vaticano. Lá, aliás, se reuniu a máxima hierarquia católica do país, entre eles: o Cardeal Jaime Ortega Alamino, arcebispo de Havana e o arcebispo de Camagüey, monsenhor Juan García Rodríguez —estes dois últimos concelebrantes— sem contar um número nutrido de bispos e fiéis das arquidiocese e dioceses do país.
O núncio Apostólico, Monsenhor Luigi Bonazzi também participou do ato, assim como vários funcionários cubanos.
O Cardeal José Saraiva Martins, celebrante principal, transmitiu ao povo e às autoridades o cumprimento do Papa Bento XVI e deu leitura à Carta Apostólica de proclamação como beato do Irmão de São João de Deus José Olallo Valdés, decreto assinado pelo Papa em 15 de março deste ano. Graças a isso, o novo beato, poderá receber culto público nas igrejas do país.
Mais de uma centena de irmãos de São João de Deus de vários países viajaram a Camagüey especialmente para a ocasião e participaram do culto junto com a população local.
A urna com os restos do padre Olallo foi transladada por uma procissão e colocada cerca do altar. Durante a cerimônia, o arcebispo de Camagüey, monsenhor Juan García Rodríguez, e o Superior General da mencionada Ordem, William Forkan, pronunciaram palavras de agradecimento pela beatificação do frei, cuja vida de cristão exemplar serviu para o atual processo de sagração.
O Diácono Miguel Ángel Ortiz, da Igreja A Solidão de Camagüey, entregou a Raúl uma Biblia poliglota, presente do Arcebispo da cidade. Depois do qual o presidente de Cuba saudou as autoridades eclesiásticas e a outros membros do clero, freiras, laicos e o povo camagüeyano que o aclamava.
Ao final da missa, uma procissão transladou os restos do chamado Padre dos Pobres para a Praça de São João de Deus – batizada em homenagem a esse santo português – onde o religioso cubano desenvolveu um exemplar trabalho assistencial em prol dos mais necessitados.
Frei José não só foi um homem pio, mas também um patriota. Em 12 de maio de 1873 na mesma Praça ele teve que defender e lavar o cadáver do Maior General Ignacio Agramonte Loynaz, caído em combate pela independência de Cuba um dia antes.