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Bloqueio dos EUA afeta a mulheres e meninas cubanas
O bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba constitui um ato genocida e é a principal forma de violência que sofrem as mulheres e meninas da ilha, afirmou hoje a delegação de Cuba nas Nações Unidas.
Fonte
Prensa Latina
Data
O bloqueio dos Estados Unidos contra Cuba constitui um ato genocida e é a principal forma de violência que sofrem as mulheres e meninas da ilha, afirmou hoje a delegação de Cuba nas Nações Unidas. Claudia Pérez, delegada do país caribenho, disse ao falar na Terceira Comissão da Assembleia Geral que a eliminação da violência contra a mulher também demanda o fim das medidas coercitivas unilaterais.
Essa posição marcou o discurso de Cuba na discussão do tema intitulado Progresso da mulher, Aplicação dos resultados da quarta Conferência Mundial sobre a Mulher e do XXIII período extraordinário da Assembleia Geral.
Pérez reconheceu os avanços atingidos na eliminação de todas as formas de discriminação contra a mulher, mas alertou contra o aumento da feminização da pobreza no mundo como tema de grande preocupação.
Entre os principais obstáculos para cumprir os objetivos propostos mencionou a diminuição da ajuda oficial para o desenvolvimento e as consequências negativas dos programas de ajuste estrutural.
Também destacou a dívida externa, o estancamento das negociações comerciais da Rodada de Doha, o impacto da mudança climática e a combinação da atuais crise financeira, alimentária e energética.
Trata-se de questões que ameaçam a vida de milhões de pessoas no planeta, incluídas as mulheres e as meninas, apontou.
Sobre isso, considerou que sem um desenvolvimento sustentável e uma ordem internacional justo e equitativo que erradique a pobreza, "não se poderá avançar na plena igualdade de gêneros e no empoderamento da mulher".
Sobre o trabalho de Cuba em defesa das mulheres, a delegada destacou que a ilha foi o primeiro país em assinar e o segundo a ratificar a Convenção Internacional contra todas as formas de discriminação para a mulher.
Essa posição marcou o discurso de Cuba na discussão do tema intitulado Progresso da mulher, Aplicação dos resultados da quarta Conferência Mundial sobre a Mulher e do XXIII período extraordinário da Assembleia Geral.
Pérez reconheceu os avanços atingidos na eliminação de todas as formas de discriminação contra a mulher, mas alertou contra o aumento da feminização da pobreza no mundo como tema de grande preocupação.
Entre os principais obstáculos para cumprir os objetivos propostos mencionou a diminuição da ajuda oficial para o desenvolvimento e as consequências negativas dos programas de ajuste estrutural.
Também destacou a dívida externa, o estancamento das negociações comerciais da Rodada de Doha, o impacto da mudança climática e a combinação da atuais crise financeira, alimentária e energética.
Trata-se de questões que ameaçam a vida de milhões de pessoas no planeta, incluídas as mulheres e as meninas, apontou.
Sobre isso, considerou que sem um desenvolvimento sustentável e uma ordem internacional justo e equitativo que erradique a pobreza, "não se poderá avançar na plena igualdade de gêneros e no empoderamento da mulher".
Sobre o trabalho de Cuba em defesa das mulheres, a delegada destacou que a ilha foi o primeiro país em assinar e o segundo a ratificar a Convenção Internacional contra todas as formas de discriminação para a mulher.
