Celebram Encontro Internacional de Solidariedade a Cuba
Com a participação de milhares de ativistas, representantes de movimentos sociais e sindicais de cinco continentes, iniciou hoje no Palácio de Convenções desta capital um Encontro Internacional de Solidariedade a Cuba.
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Prensa Latina
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Com a participação de milhares de ativistas, representantes de movimentos sociais e sindicais de cinco continentes, iniciou hoje no Palácio de Convenções desta capital um Encontro Internacional de Solidariedade a Cuba.

Durante o ato de abertura, o secretário geral da Central de Trabalhadores de Cuba (CTC), Ulisses Guilarte de Nacimiento, agradeceu o apoio dado à Ilha ao longo do tempo por parte de líderes e membros de diversas organizações sindicais e de movimentos de solidariedade.

A esse respeito, recordou que tal respaldo se vê expressado em questões como a rejeição ao bloqueio econômico, financeiro e comercial norte-americano imposto contra a Ilha há mais de meio século e na batalha pela liberdade dos antiterroristas cubanos presos nos Estados Unidos desde 1998, por prevenir ações violentas contra Cuba.

Além disso, Guilarte de Nacimiento criticou a manipulação de um tema tão sensível como o terrorismo internacional para o converter em instrumento da política contra a Ilha, após nesta semana Washington ratificar - pese à rejeição internacional - a designação de Cuba como "Estado Patrocinador do Terrorismo".

Nesse sentido, o dirigente da CTC reivindicou "que se exclua definitivamente o nosso país desta lista espúria, unilateral e arbitrária que é uma afronta ao povo cubano e desacredita o próprio Governo dos Estados Unidos".

Sobre tal ponto, recordou que a resposta a essa manobra do Governo norte-americano se viu evidenciada na grande marcha do 1 de maio pelo Dia Internacional do Trabalhador, onde o povo cubano respaldou a obra da Revolução e reafirmou a convicção de seguir construindo um socialismo próspero e sustentável.

Em torno da atualidade mundial, o dirigente da CTC manifestou o apoio e solidariedade com a Revolução Bolivariana e o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, frente às tentativas desestabilizadoras da direita e defendeu também a unidade do movimento sindical.

Também, ressaltou os desafios do proletariado cubano na frente econômica em áreas da construção e aperfeiçoamento de um socialismo próspero para preservar as conquistas sociais alcançadas.

Nesse ponto, exortou o incremento da produção e da produtividade do trabalho, bem como da qualidade dos serviços, e a melhoria das condições de vida e trabalho, pese um contexto marcado pelo cerco econômico do governo norte-americano.

Por sua vez, os delegados estrangeiros manifestaram em sessão plenária sua rejeição ao bloqueio norte-americano contra a Ilha, sua adesão à causa dos antiterroristas cubanos presos nos Estados Unidos e destacaram a Revolução Cubana como exemplo de heroísmo e solidariedade.