A quatro anos de sua morte, o líder bolivariano Hugo Chávez permanece hoje como uma figura infinita e em constante renovação para seguir ao comando da luta do povo venezuelano.
Como parte da homenagem a esse legado, amanhã a emissora Telesur estreará o documentário 'Chávez Infinito: um líder do povo e para o povo', trabalho da cineasta argentina María Laura Vázquez.
Isso é apenas uma pequena parte da mostra do que estão obrigados a fazer os países da Aliança Bolivariana para os Povos de Nossa América (ALBA) para manter seu empenho de um pensamento livre e em defesa da obra dos pais fundadores deste movimento, o líder cubano Fidel Castro e o comandante Hugo Chávez.
Ambos, juntos na eternidade, se ratificam como luz de aurora para os povos da região e do mundo, alumbrando o caminho com a tocha do maestro José Martí e a espada de Simón Bolívar, agricultores do anti-imperialismo e da unidade latino-americana.
A mostra documentária da realizadora argentina é parte dos esforços para contra-atacar 'os efeitos da dominação cultural capitalista, principalmente através do cinema, na formação das novas gerações', segundo alertou o ministro cubano de Cultura, Abel Prieto.
Durante o painel 'A história através do audiovisual da Rede de intelectuais em Defesa da Humanidade', celebrado recentemente no marco do Congresso Internacional Pedagogia 2017 em Havana, o titular cubano alertou dos esforços imperiais para que os jovens não pensem que seu meio pode ser transformado, e vejam as desgraças do mundo, genocídios e crises migratórias, como um fenômeno alheio a sua realidade.
Recentemente a cadeia de televisão estadunidense CNN mostrou suas facetas como instrumento da maquinaria 'educativa do sistema capitalista', com ataques falaciosos contra a Venezuela e seus dirigentes.
O titular cubano de Cultura abordou em sua intervenção desse momento o que chamou 'culto à tolice', que em essência o que faz é promover a superficialidade, com a idealização dos chamados famosos e celebridades.
Esta fama não está associada à virtude, senão a concepções supérfluas, quando se quer que os jovens e adolescentes entre seus paradigmas tenham aos grandes emancipadores deste continente, assinalou Prieto, algo que se traduz e mira para Bolívar, Martí, Fidel, Chávez e o grande rol de próceres da região.
Neste domingo, a ALBA será luz de tocha ao render tributo a um de seus fundadores mas, ao mesmo tempo, o Palácio de Miraflores, aqui em Caracas, será tribuna em defesa da causa integracionista em momentos em que no ninho imperial em Washington aninham novas conspirações contra os povos latinoamericanos.
Ali estará Chávez, com seu punho esquerdo em alto como chamando ao combate acompanhado de seu legado infinito e em constante renovação.
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Chávez, uma figura infinita e em renovação
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Prensa Latina
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