Colaboradores da brigada médica cubana na Venezuela somaram-se grito de organizações políticas e sociais da nação sul-americana para que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, revogue um decreto ingerencista.
Desde o Cuartel de la Montaña, em Caracas, onde foram para render honras ao falecido presidente Hugo Chávez, os profissionais da saúde que brindam seus serviços internacionalistas ratificaram assim seu compromisso com a revolução bolivariana.
Os médicos e técnicos da ilha recusaram a ordem executiva estadunidenses do passado 9 de março que considera a Venezuela uma ameaça à segurança do país, e acusaram a Washington de ser a potência que reprime aos povos soberanos.
Os 120 colaboradores em representação dos 30 mil que laboram na Venezuela, também recordaram o aniversário 53 da Unión de Jovenes Comunistas (UJC).
No ato, o embaixador cubano, Rogelio Polanco, destacou que a maioria dos integrantes das diferentes missões solidárias são jovens cuja formação se enriqueceu nestes anos e com as vivências do processo bolivariano.
Segundo o diplomata, na Venezuela participam da atividade para recordar o aniversário 12 anos da criação da Misión Barrio Adentro, legado do presidente Chávez e obra que permite aprofundar nos laços de irmandade entre ambos os povos.
A Misión Barrio Adentro, eixo central do Sistema Público Nacional de Saúde, conta com uma rede com mais de 10 mil módulos de atenção primária, distribuídos em bairros, urbanizações, e povoados rurais da Venezuela.
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Colaboradores cubanos na Venezuela recusam decreto dos EUA
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Prensa Latina
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