O terceiro foro político-teórico entre o Partido do Trabalho (PT) do México e o Partido Comunista de Cuba (PCC) conclui hoje aqui depois de três dias de intercâmbios sobre a prática revolucionária e a conjuntura regional e mundial.
Alberto Anaya, coordenador nacional do PT e Ángel Arzuaga, vice-chefe do Departamento Ideológico do Comitê Central do PCC, presidem as delegações de ambas organizações políticas, que sublinharam aqui coincidências no que qualificaram de contraofensiva dos Estados Unidos na América Latina.
O poder popular e a participação cidadã, o papel dos movimentos sociais nas batalhas políticas na região, as tentativas inesperadamente "suave" para derrocar à revolução bolivariana na Venezuela, bem como a agressão midiática como parte da subversão foram alguns dos temas debatidos no foro.
A véspera, o líder do PT sublinhou que Venezuela é o centro da contraofensiva dos Estados Unidos para reverter as transformações políticas e sociais na América Latina.
Anaya recordou o legado do presidente Hugo Chávez que, disse, converteu seu país em referente para as aspirações de outros povos do continente.
Por sua vez Francisco Delgado, servidor público do Comitê Central do PCC, expressou a solidariedade de Cuba com o governo do presidente Nicolás Maduro ante os planos de desestabilização que hoje enfrenta o país sulamericano.
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Conclui hoje foro político mexicano-cubano
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Prensa Latina
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