Chamados para preservar a paz mundial e a procurar o acesso de todos à educação fecharam o Congresso Pedagogia 2011, que reuniu 3 300 delegados de 38 países.
Tanto os oradores como a declaração final do encontro, iniciada na segunda-feira passada, exortaram aos delegados a marchar unidos pela preservação da paz, em momentos de ameaça à coexistência pacífica em várias partes do planeta.
O vice-presidente cubano José Ramón Fernández destacou a cercania dos professores aos povos e a importância nas reclamações para eliminar o analfabetismo, resultado que qualificou de imprescindível para o desenvolvimento individual e da sociedade.
A declaração final exigiu que os lucros educacionais em cada um dos países sejam parte da vontade dos Governos por garantir o direito ao acesso, ao tempo que chamou a favorecer que as crianças ingressem no ensino e a concluam.
No documento também se defendeu a unidade latino-americana, a luta contra a hostilidade da Casa Branca contra Cuba e se demandou a liberação de cinco antiterroristas cubanos presos nos Estados Unidos faz mais de 12 anos.
A presidenta da Associação de Educadores da América Latina e o Caribe (Aelac), a dominicana Bélgica Ramírez, também se pronunciou pela libertação do Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerreiro, Fernando González e René González.
Ramírez enviou uma placa gravada comemorativa pelos 20 anos da Aelac à líder da Revolução cubana, Fidel Castro, por ser inspirador dos congressos de Pedagogia, iniciados em 1986.
Eva Escalona, presidenta do Comitê Científico, anunciou que a XIII cita se produzirá de 4 a 8 de fevereiro de 2013.
Na clausura se encontravam os Ministros de Educação de Angola, Dominica, Guatemala, Guinea Bissau e a República Árabe Saharauí Democrática, além dos de Educação de Cuba, Ena Elsa Velázquez, de Educação Superior, Miguel Díaz-Canel, e de Cultura, Abel Prieto, entre outros.
