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Cuba disposta a cooperar com Angola em prevenção e combate ao ebola
Cuba manifestou aqui sua disposição de cooperar com Angola na prevenção e combate contra o vírus do Ebola, que em África Ocidental causou até hoje a morte de 4.877 pessoas e contagiou a 9.936.
Fonte
Prensa Latina
Data
Cuba manifestou aqui sua disposição de cooperar com Angola na prevenção e combate contra o vírus do Ebola, que em África Ocidental causou até hoje a morte de 4.877 pessoas e contagiou a 9.936.
"Em Luanda há quatro especialistas, preparados pela Organização Mundial da Saúde, para compartilhar experiências e trabalhar com o Ministério de Saúde angolense no reforço das medidas preventivas, dantes de seguir viagem para Serra Leoa", disse à imprensa a embaixadora cubana Gisela García.
Após uma audiência com o vice-presidente deste país, Manuel Vicente, a diplomática disse que "Cuba faz um grande esforço para ajudar aos países afetados pela epidemia de Ebola, com mais de 400 médicos e enfermeiras".
Revelou que mais de 230 angolenses devem viajar proximamente para Cuba, onde vão se formar, principalmente em medicina, no âmbito das relações de cooperação entre os dois países.
García agregou que este grupo vai se unir a outros 400 jovens deste país que estudam em Cuba.
Meios jornalísticos indicaram que 256 profissionais cubanos partiram a África Ocidental e, como nenhum país no mundo, a ilha realiza uma contribua maior de pessoal sanitário ao combate contra o ebola em Serra Leoa, Libéria e Guiné-Conacri, territórios açoitados pela epidemia.
Argumenta-se que isto resulta possível porque essa nação caribenha edificou um articulado sistema de saúde pública, sob o princípio ético básico que não é nada mais importante que a vida de um ser humano.
"Em Luanda há quatro especialistas, preparados pela Organização Mundial da Saúde, para compartilhar experiências e trabalhar com o Ministério de Saúde angolense no reforço das medidas preventivas, dantes de seguir viagem para Serra Leoa", disse à imprensa a embaixadora cubana Gisela García.
Após uma audiência com o vice-presidente deste país, Manuel Vicente, a diplomática disse que "Cuba faz um grande esforço para ajudar aos países afetados pela epidemia de Ebola, com mais de 400 médicos e enfermeiras".
Revelou que mais de 230 angolenses devem viajar proximamente para Cuba, onde vão se formar, principalmente em medicina, no âmbito das relações de cooperação entre os dois países.
García agregou que este grupo vai se unir a outros 400 jovens deste país que estudam em Cuba.
Meios jornalísticos indicaram que 256 profissionais cubanos partiram a África Ocidental e, como nenhum país no mundo, a ilha realiza uma contribua maior de pessoal sanitário ao combate contra o ebola em Serra Leoa, Libéria e Guiné-Conacri, territórios açoitados pela epidemia.
Argumenta-se que isto resulta possível porque essa nação caribenha edificou um articulado sistema de saúde pública, sob o princípio ético básico que não é nada mais importante que a vida de um ser humano.
