Cuba e Brasil debatem em Havana sobre fármaco biotecnológico
Especialistas de Cuba e Brasil participam hoje em Havana numa Oficina sobre a generalização do uso da eritropoetina humana recombinante, fármaco de grande eficácia para o tratamento de anemias associadas a diversas afetações.
Fonte
Prensa Latina
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Especialistas de Cuba e Brasil participam hoje em Havana numa Oficina sobre a generalização do uso da eritropoetina humana recombinante, fármaco de grande eficácia para o tratamento de anemias associadas a diversas afetações.

O encontro, que sessionará até amanhã no Palácio das Convenções, procura promover o intercâmbio científico sobre os resultados clínicos e benefícios do produto, desenvolvido pelo Centro de Imunologia Molecular (CIM).

Ademais, irão apresentar-se os resultados de ensaios clínicos e análises de segurança do composto, um dos líderes do CIM, que possui registros sanitários numa vintena de nações, indicaram membros do Comité Organizador.

A eritropoetina humana recombinante foi introduzida na prática médica a 15 anos, e desde então tem beneficiado a mais de 250 mil pacientes de Cuba e outros países, fundamentalmente da América Latina, América central e do Caribe. Sob o nome comercial de (ior EPOCIM), faz parte do quadro básico de medicamentos essenciais na ilha.

Especialistas explicaram que o medicamento está disponível em todos os serviços de diálise, onco-hematología e neonatología, e também se utiliza para tratar a anemia de pessoas com doença renal crônica, AIDS, entre outros.

O CIM foi inaugurado em 5 de dezembro de 1994, e conta na atualidade com uma ampla carteira de biofármacos destinados ao tratamento do cancro e outros padecimentos crônicos não transmissíveis.