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Cuba sente orgulho de não pertencer à OEA, diz chanceler
O ministro cubano das Relações Exteriores Bruno Rodríguez Parrilla disse na segunda-feira que o país não sentia orgulho de fazer parte da Organização dos Estados Americanos (OEA), um organismo regional que para ele é “anacrônico”.
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ACN
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O ministro cubano das Relações Exteriores Bruno Rodríguez Parrilla disse na segunda-feira que o país não sentia orgulho de fazer parte da Organização dos Estados Americanos (OEA), um organismo regional que para ele é “anacrônico”.
Rodríguez salientou que Cuba não precisa ser um membro da OEA durante uma reunião com o presidente venezuelano Hugo Chávez celebrada em Caracas, no final marco do encontro de chanceleres da Alternativa Bolivariana para as Américas (ALBA).
Ele acrescentou que o reingresso de Cuba na OEA, que historicamente tem sido e continua a ser um instrumento dos Estados Unidos, não está em discussão.
Segundo a PL, o chefe da diplomacia cubano explicou que já era hora de as mudanças que ocorreram na América Latina e no Caribe chegarem à OEA.
“De uma maneira ou de outra, a OEA é completamente anacrônica e serve os interesses dos outros. Nós sentimos que o nosso caminho, o caminho de Cuba, é o caminho da integração latino-americana e caribenha”, comentou Rodríguez.
Amparada nesse princípio da integração regional Cuba participou de reuniões importantes, como a 1ª Cúpula Latino-Americana e do Caribe em dezembro passado, em Salvador da Bahia, Brasil.
Por sua vez, a assembléia de ministros das Relações Exteriores da ALBA em Caracas foi descrita por Rodríguez Parilla como frutífera pela capacidade de discutir temas de interesse internacional e sobre o processo de integração dos povos e governos da América Latina e o Caribe.
A ALBA é um bloco regional de integração e cooperação que compreende até o dia de hoje a Venezuela, Cuba, Bolívia, Nicarágua, Honduras, Dominica, São Vicente e Granadinas, bem como Equador como um observador.
Rodríguez salientou que Cuba não precisa ser um membro da OEA durante uma reunião com o presidente venezuelano Hugo Chávez celebrada em Caracas, no final marco do encontro de chanceleres da Alternativa Bolivariana para as Américas (ALBA).
Ele acrescentou que o reingresso de Cuba na OEA, que historicamente tem sido e continua a ser um instrumento dos Estados Unidos, não está em discussão.
Segundo a PL, o chefe da diplomacia cubano explicou que já era hora de as mudanças que ocorreram na América Latina e no Caribe chegarem à OEA.
“De uma maneira ou de outra, a OEA é completamente anacrônica e serve os interesses dos outros. Nós sentimos que o nosso caminho, o caminho de Cuba, é o caminho da integração latino-americana e caribenha”, comentou Rodríguez.
Amparada nesse princípio da integração regional Cuba participou de reuniões importantes, como a 1ª Cúpula Latino-Americana e do Caribe em dezembro passado, em Salvador da Bahia, Brasil.
Por sua vez, a assembléia de ministros das Relações Exteriores da ALBA em Caracas foi descrita por Rodríguez Parilla como frutífera pela capacidade de discutir temas de interesse internacional e sobre o processo de integração dos povos e governos da América Latina e o Caribe.
A ALBA é um bloco regional de integração e cooperação que compreende até o dia de hoje a Venezuela, Cuba, Bolívia, Nicarágua, Honduras, Dominica, São Vicente e Granadinas, bem como Equador como um observador.
