Os cubanos residentes na China ratificaram hoje o apoio à luta contra qualquer política ingerencista em seu país, incluído o bloqueio, e pela libertação de cinco antiterroristas detentos nos Estados Unidos.
Estes pronunciamentos destacam em uma declaração aprovada pelos participantes no quarto encontro da associação (Acrch) que agrupa aos residentes da ilha caribenha no gigante asiático, efetuado nesta capital.
Um plano de ação adotado no encontro inclui o compromisso de divulgar informação sobre a luta contra a mencionada política estadunidense no intuito de somar a maior quantidade de compatriotas neste país a esse objetivo.
Também se propõem continuar trabalhando contra a prisão injusta de Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerreiro, Fernando González e René González (sob um regime de liberdade supervisionada), todos presos por combater desde Estados Unidos o terrorismo contra Cuba.
A Acrch Ernesto Che Guevara lembrou ademais promover melhores valores culturais, históricos e de genuína cubanidade nesta nação.
Como parte do programa da reunião, o embaixador de Cuba na China, Alberto Blanco, explicou aos participantes detalhes do processo de atualização do modelo de desenvolvimento sócio- econômico em seu país, do que assinalou se realiza para reafirmar a construção do socialismo.
Também se referiu às relações entre ambas as nações, as quais "ressaltou- se encontram em seu melhor momento e ao respeito exemplificou com a visita a Havana do vice-presidente Xi Jinping em junho passado, quando se assinaram vários acordos de colaboração.
O embaixador agradeceu aos integrantes da associação seu respaldo às mencionadas causas, nas que disse "nos sentimos acompanhados".
Enquanto, Wendy Busquet, membro da Acrch, declarou a Prensa Latina que o encontro ajuda a "nos conhecer melhor e apoiar mais a Cuba" nos mencionados temas, ao reconhecer a validade destes contatos, prévio aos quais se projetou o filme Habanastation.
