Cubanos residentes no Chile solidarizam-se com lutador antiterrorista
A Associação Cultural Raízes Cubanas, integrada por cubanos residentes no Chile, denunciou nesta capital o castigo adicional imposto nos Estados Unidos ao lutador antiterrorista René González, impossibilitado de regressar a Cuba depois de sair da prisão.
Fonte
Prensa Latina
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A Associação Cultural Raízes Cubanas, integrada por cubanos residentes no Chile, denunciou nesta capital o castigo adicional imposto nos Estados Unidos ao lutador antiterrorista René González, impossibilitado de regressar a Cuba depois de sair da prisão.

A decisão de obrigar René a permanecer mais três anos em solo norte-americano sob o regime de liberdade supervisionada demonstra com clareza o que Washington objetiva: proteger os terroristas que servem a seus interesses contra o país antilhano, assinalou uma declaração da citada coletividade.

Raízes Cubanas relembrou e ilustrou nesse sentido como o governo estadunidense ajudou a organizar, financiar e dirigir as ações de grupos terroristas radicados em Miami e como tem protegido durante anos o conotado terrorista internacional Luis Posada Carriles, responsável pela detonação de um avião cubano em 1976 que custou a vida de 73 pessoas.

A Associação alertou em consequência a respeito do perigo que René corre depois de sua saída do cárcere, no dia 7 de outubro, após 13 anos de injusta condenação.

Insistem, assinalou, em castigar ele e sua família para além das grades, forçando-o a permanecer nos Estados Unidos, onde sua vida estará em constante perigo ameaçada por grupos terroristas que ajudou a desmascarar.

O documento denunciou também o brutal encarceramento e as diversas formas de agressão que ainda continuam sobre os outros quatro lutadores antiterroristas cubanos: Gerardo Hernández, Fernando González, Ramón Labañino e Antonio Guerrero.

No fechamento do documento divulgado à opinião pública, os cubanos residentes no Chile exigiram do governo dos Estados Unidos o regresso imediato de René à sua pátria e a libertação de Ramón, Gerardo, Fernando e Antonio.

"Cada vez mais milhões de pessoas solidárias em todo mundo não descansarão até que os Cinco Heróis cubanos regressem para casa", enfatizou a declaração.