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Destacam hondurenhos importância da figura do presidente Zelaya
O presidente José Manuel Zelaya pudesse ser a figura aglutinadora de um novo processo político em Honduras, opina hoje Andrés Pavón, presidente do Comitê para a Defesa dos Direitos Humanos nesse país.
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PL
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O presidente José Manuel Zelaya pudesse ser a figura aglutinadora de um novo processo político em Honduras, opina hoje Andrés Pavón, presidente do Comitê para a Defesa dos Direitos Humanos nesse país.
Em declarações a Prensa Latina, o dirigente social destacou o papel do presidente na resistência ao golpe militar que rompeu a ordem constitucional na nação centro-americana.
Achamos que é um golpe político ideológico que tem uma mensagem para o resto dos países da America Latina que tem tomado com muita responsabilidade a emancipação dos povos, afirmou.
Pavón denunciou a repressão contra o povo e a violência desatada pelos golpistas contra a resistência pacífica dos catrachos.
Os golpistas tentam ganhar tempo para justificar ao mundo que o processo eleitoral que tentam desenvolver é legítimo e ignoram que romperam a ordem constitucional, disse.
O que queremos em Honduras, sublinhou, é um debate pluralista onde os setores majoritários tenham a uma sociedade mais justa, com maior participação e com uma economia social que nos garanta a maior distribuição dos recursos.
Pavón, parte da Frente Nacional contra o Golpe, que conta com cerca de 40 organizações, mais todos os sindicatos do país, estima que a chegada de Zelaya é de vital importância para o povo.
Há que resgatar o impulso da população que se mobilizou sob a promessa de que o presidente estará cedo com eles, assegurou.
Segundo opinou nestes momentos mais de 60% de seus compatriotas apoiam a restituição da ordem constitucional e do presidente.
Se eles o metem preso seria um símbolo de nossa resistência e de alguma maneira estaríamos sustentando que em Honduras se rompeu a constitucionalidade e que exigimos de uma nova Assembléia Constituinte, considerou.
Pavón pontuou que a isso é o que estão apostando. A figura do presidente Zelaya seria uma meta histórica porque se criaria a seu redor uma aliança entre os diversos setores, sublinhou.
Estes têm visto em Zelaya, pontuou, a possibilidade de ter um presidente que tenha a comunicação com o povo, com os mais empobrecidos e oprimidos, com os que tradicionalmente são ignorados.
Em declarações a Prensa Latina, o dirigente social destacou o papel do presidente na resistência ao golpe militar que rompeu a ordem constitucional na nação centro-americana.
Achamos que é um golpe político ideológico que tem uma mensagem para o resto dos países da America Latina que tem tomado com muita responsabilidade a emancipação dos povos, afirmou.
Pavón denunciou a repressão contra o povo e a violência desatada pelos golpistas contra a resistência pacífica dos catrachos.
Os golpistas tentam ganhar tempo para justificar ao mundo que o processo eleitoral que tentam desenvolver é legítimo e ignoram que romperam a ordem constitucional, disse.
O que queremos em Honduras, sublinhou, é um debate pluralista onde os setores majoritários tenham a uma sociedade mais justa, com maior participação e com uma economia social que nos garanta a maior distribuição dos recursos.
Pavón, parte da Frente Nacional contra o Golpe, que conta com cerca de 40 organizações, mais todos os sindicatos do país, estima que a chegada de Zelaya é de vital importância para o povo.
Há que resgatar o impulso da população que se mobilizou sob a promessa de que o presidente estará cedo com eles, assegurou.
Segundo opinou nestes momentos mais de 60% de seus compatriotas apoiam a restituição da ordem constitucional e do presidente.
Se eles o metem preso seria um símbolo de nossa resistência e de alguma maneira estaríamos sustentando que em Honduras se rompeu a constitucionalidade e que exigimos de uma nova Assembléia Constituinte, considerou.
Pavón pontuou que a isso é o que estão apostando. A figura do presidente Zelaya seria uma meta histórica porque se criaria a seu redor uma aliança entre os diversos setores, sublinhou.
Estes têm visto em Zelaya, pontuou, a possibilidade de ter um presidente que tenha a comunicação com o povo, com os mais empobrecidos e oprimidos, com os que tradicionalmente são ignorados.
