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Destacam sucessos do método cubano de alfabetização Yo si puedo
O programa cubano de alfabetização Yo si puedo (Eu sim posso) beneficiou já a mais de oito milhões de pessoas, e muitas nações solicitam hoje a colaboração de Cuba para erradicar o flagelo do analfabetismo.
Fonte
Prensa Latina
Data
O programa cubano de alfabetização Yo si puedo (Eu sim posso) beneficiou já a mais de oito milhões de pessoas, e muitas nações solicitam hoje a colaboração de Cuba para erradicar o flagelo do analfabetismo.
Países como a Nicarágua, Bolívia, e Venezuela, e o estado mexicano de Michoacán conseguiram reduzir os índices até menos de um quatro por cento, cifra que permite os declarar como territórios livres de analfabetismo, explicou um diretor do Instituto Pedagógico Latino-americano e Caribenho, José del Real.
Realçou que, recentemente, Equador recebeu o prêmio Rey Sejong da Unesco, pelos resultados dos últimos anos, aos quais muito contribuiu Cuba, pois desde o 2011 e até o 2013 laborou ali com uma brigada de 55 colaborares.
O pedagogo cubano -citado pelo jornal Trabajadores- recordou que a Cuba acometeu uma campanha de alfabetização na década do 60 e, desenvolveu posteriormente as batalhas por atingir os graus sexto e nono.
Mesmo assim, criaram-se as bases objetivas da educação de jovens e adultos em Cuba, agregou del Real.
A partir dessa experiência, comentou, o país concebeu os programas Eu sim posso e Eu sim posso seguir, cujo objetivo é elevar o nível até o sexto grau da população de jovens e adultos analfabeta ou com escolaridade inconclusa para contribuir aos processos de alfabetização no mundo.
Dito método conta com uma etapa intermediária denominada Ya puedo leer y escribir (Já posso ler e escrever) dirigida a sistematizar as habilidades da leitura e escritura.
O Eu sim posso seguir se implementou com resultados na Venezuela, Bolívia e Nicarágua, onde mais de um milhão de pessoas atingiram o nível equivalente do ensino básico elementar.
Realçou que em 2006, pela implementação exitosa do Eu sim posso, Cuba recebeu o prêmio Rey Sejong.
Países como a Nicarágua, Bolívia, e Venezuela, e o estado mexicano de Michoacán conseguiram reduzir os índices até menos de um quatro por cento, cifra que permite os declarar como territórios livres de analfabetismo, explicou um diretor do Instituto Pedagógico Latino-americano e Caribenho, José del Real.
Realçou que, recentemente, Equador recebeu o prêmio Rey Sejong da Unesco, pelos resultados dos últimos anos, aos quais muito contribuiu Cuba, pois desde o 2011 e até o 2013 laborou ali com uma brigada de 55 colaborares.
O pedagogo cubano -citado pelo jornal Trabajadores- recordou que a Cuba acometeu uma campanha de alfabetização na década do 60 e, desenvolveu posteriormente as batalhas por atingir os graus sexto e nono.
Mesmo assim, criaram-se as bases objetivas da educação de jovens e adultos em Cuba, agregou del Real.
A partir dessa experiência, comentou, o país concebeu os programas Eu sim posso e Eu sim posso seguir, cujo objetivo é elevar o nível até o sexto grau da população de jovens e adultos analfabeta ou com escolaridade inconclusa para contribuir aos processos de alfabetização no mundo.
Dito método conta com uma etapa intermediária denominada Ya puedo leer y escribir (Já posso ler e escrever) dirigida a sistematizar as habilidades da leitura e escritura.
O Eu sim posso seguir se implementou com resultados na Venezuela, Bolívia e Nicarágua, onde mais de um milhão de pessoas atingiram o nível equivalente do ensino básico elementar.
Realçou que em 2006, pela implementação exitosa do Eu sim posso, Cuba recebeu o prêmio Rey Sejong.
