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Estudam em Cuba obra poética de Agostinho Neto
A obra poética de Agostinho Neto foi analisada hoje em um encontro na Casa da África, com motivo da celebração pelo 87º aniversário do natalício do prócer angolano.
Fonte
Agência Cubana de Notícias
Data
A obra poética de Agostinho Neto foi analisada hoje em um encontro na Casa da África, do Escritório do Historiador da Cidade, com motivo da celebração pelo 87º aniversário do natalício do prócer angolano.
No ensaio “Antonio Agostinho Neto: poeta e revolucionário cabal”, o jornalista e investigador Juan Diego Nusa (funcionário da ACN) detalhou a obra literária do primeiro presidente de Angola, a faceta, talvez, menos conhecida de sua vida.
Uma panorâmica da produção poética africana, em especial de autores de fala portuguesa, conduziu inevitavelmente aos escritos de Neto, muito unidos a seus esforços políticos pela independência de sua pátria.
Nusa destacou em sua pesquisa que a poesia de Neto, essencialmente recolhida nos volumes “Quatro Poemas de Agostinho Neto”, 1957; “Poemas”, 1961; “Sagrada Esperança”, 1974; e “Uma Renúncia Impossível”, editado postumamente em 1982, destaca, sobretudo, pelo compromisso militante com a causa da independência do continente africano.
Jorge Risquet, membro do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, ofereceu, a modo de conclusões, suas considerações a respeito da figura de Agostinho Neto, ao destacar suas qualidades literárias e político-militares, materializadas, basicamente, na independência de sua pátria, e seu impacto em nações vizinhas.
Em nome do governo angolano, Antônio Gonçalves, adido cultural da embaixada desse país na ilha, agradeceu a homenagem a uma figura de grande atualidade e influência na história da África.
À atividade assistiram representante do corpo diplomático africano credenciado em Cuba e membros da Associação de Combatentes da Revolução.
Antonio Agostinho Neto nasceu em 17 de setembro de 1922 na aldeia Kaxikane, a uns 60 quilômetros de Luanda, filho de um pastor protestante e mãe professora.
Desde jovem vinculou-se ao nacionalismo angolano, para em 1975 à frente do Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA), proclamar a independência de seu país do jugo colonialista português.
No ensaio “Antonio Agostinho Neto: poeta e revolucionário cabal”, o jornalista e investigador Juan Diego Nusa (funcionário da ACN) detalhou a obra literária do primeiro presidente de Angola, a faceta, talvez, menos conhecida de sua vida.
Uma panorâmica da produção poética africana, em especial de autores de fala portuguesa, conduziu inevitavelmente aos escritos de Neto, muito unidos a seus esforços políticos pela independência de sua pátria.
Nusa destacou em sua pesquisa que a poesia de Neto, essencialmente recolhida nos volumes “Quatro Poemas de Agostinho Neto”, 1957; “Poemas”, 1961; “Sagrada Esperança”, 1974; e “Uma Renúncia Impossível”, editado postumamente em 1982, destaca, sobretudo, pelo compromisso militante com a causa da independência do continente africano.
Jorge Risquet, membro do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba, ofereceu, a modo de conclusões, suas considerações a respeito da figura de Agostinho Neto, ao destacar suas qualidades literárias e político-militares, materializadas, basicamente, na independência de sua pátria, e seu impacto em nações vizinhas.
Em nome do governo angolano, Antônio Gonçalves, adido cultural da embaixada desse país na ilha, agradeceu a homenagem a uma figura de grande atualidade e influência na história da África.
À atividade assistiram representante do corpo diplomático africano credenciado em Cuba e membros da Associação de Combatentes da Revolução.
Antonio Agostinho Neto nasceu em 17 de setembro de 1922 na aldeia Kaxikane, a uns 60 quilômetros de Luanda, filho de um pastor protestante e mãe professora.
Desde jovem vinculou-se ao nacionalismo angolano, para em 1975 à frente do Movimento Popular para a Libertação de Angola (MPLA), proclamar a independência de seu país do jugo colonialista português.
