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Exigem países de ACP cancelamento de dívidas de países pobres
Especialistas da África, Caribe e Pacífico (ACP) exigiram hoje aqui à União Europeia e aos estados ricos que cancelem a dívida externa dos países pobres, no meio da crise econômica e financeira mundial.
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PL
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Especialistas da África, Caribe e Pacífico (ACP) exigiram hoje aqui à União Europeia e aos estados ricos que cancelem a dívida externa dos países pobres, no meio da crise econômica e financeira mundial.
No marco dos preparativos da 18 Assembleia Parlamentar Paritária da ACP-UE, com sede nesta capital do 30 deste mês a 3 de dezembro, uma nota dos representantes de ACP indicou que pelo menos 60 países precisam de perdão de suas dívidas. A anulação dos débitos permitirá a essas empobrecidas nações lutar pelo cumprimento dos objetivos de desenvolvimento do milênio, afirmou.
De acordo com o o correlator de ACP, Joseph Mugambe, os membros desse bloco regional consideram como prioritario o desenvolvimento dos setores como a educação, a saúde, a agricultura e infra-estruturas rurais.
Também figura o impulso a redes de distribuição de água potáveis e criação de empregos.
Segundo o co-presidente da África, Caribe, Pacífico, Wilkie Rasmussen, da assembleia parlamentar de ACP-UE sairá uma declaração sobre a mudança climática, documento que fixará posições comuns para a Cimeira de dezembro em Copenhague, Dinamarca.
A chamada Assembleia Parlamentar Paritária foi criada como parte do programa de acordo de Cotonou, que substituiu os convênios de Lomé entre os países ACP e a União Europeia.
O coordenador anexo da comissão organizadora, o deputado angolano Bornito de Sousa, disse que neste foro, o qual se realiza semestralmente, participarão 400 delegados de 79 países.
No marco dos preparativos da 18 Assembleia Parlamentar Paritária da ACP-UE, com sede nesta capital do 30 deste mês a 3 de dezembro, uma nota dos representantes de ACP indicou que pelo menos 60 países precisam de perdão de suas dívidas. A anulação dos débitos permitirá a essas empobrecidas nações lutar pelo cumprimento dos objetivos de desenvolvimento do milênio, afirmou.
De acordo com o o correlator de ACP, Joseph Mugambe, os membros desse bloco regional consideram como prioritario o desenvolvimento dos setores como a educação, a saúde, a agricultura e infra-estruturas rurais.
Também figura o impulso a redes de distribuição de água potáveis e criação de empregos.
Segundo o co-presidente da África, Caribe, Pacífico, Wilkie Rasmussen, da assembleia parlamentar de ACP-UE sairá uma declaração sobre a mudança climática, documento que fixará posições comuns para a Cimeira de dezembro em Copenhague, Dinamarca.
A chamada Assembleia Parlamentar Paritária foi criada como parte do programa de acordo de Cotonou, que substituiu os convênios de Lomé entre os países ACP e a União Europeia.
O coordenador anexo da comissão organizadora, o deputado angolano Bornito de Sousa, disse que neste foro, o qual se realiza semestralmente, participarão 400 delegados de 79 países.
