Exortam Obama a libertar antiterroristas cubanos
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi exortado a libertar os cinco antiterroristas cubanos prisioneiros nesse país, pelo bem da justiça.
Fonte
Prensa Latina
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O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi exortado a libertar os cinco antiterroristas cubanos prisioneiros nesse país, pelo bem da justiça.
 
Assim se expressa em uma carta enviada a Obama, o ex-jurista alemão Günter Belchaus, integrante do Comitê Internacional pela Liberdade dos Cinco, como são identificados Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerrero, Fernando González e René González.
 
Em seu reclame o Conselheiro Ministerial aposentado, afirma que o mandatário estadunidense tem em suas mãos a potestade para, a teor com o "Artigo II, Seção 2 da Constituição dos Estados Unidos", libertar mediante um indulto aos Cinco, que com sua ação preveniram atos terroristas.
 
"Uma vez mais o exortou a usar esse poder, pelo bem da justiça, pelo bem da humanidade, em favor dos direitos humanos e com o fim de justificar as esperanças de tantas pessoas em todo mundo", sublinhou.
 
Gerardo, Ramón, Antonio, Fernando e René são "cinco cubanos valentes", "são inocentes" e depois de quase 13 anos de encerro "seguem detidos injustamente em cárceres dos Estados Unidos", afirmou.
 
Membro além do comitê alemão Basta Já, Belchaus lhe ratifica ao mandatário em sua carta recebida na Prensa Latina que "se faça justiça no caso do terrorista Luis Posada Carriles, que ainda está vivo e desfruta como um homem livre de sua vida em Miami, onde tem um refúgio seguro".
 
Recorda que Posada Carriles foi um dos autores do criminoso atentado "em pleno voo de um avião cubano em frente à costa de Barbados, em 1976, no qual 73 pessoas inocentes perderam a vida".
 
Por sua vez denuncia que o governo estadunidense cometeu uma execução extrajudicial com Osama bin Laden, morto na madrugada da segunda-feira 2 de maio depois de uma operação ordenada por Obama e realizada por comandos elites do Pentágono no Paquistão. "O Presidente proclamou que se fez justiça, mas eu preferia dizer que se conseguiu uma execução extrajudicial", apontou Belchaus.
 
A iniciativa de Belchaus faz parte das ações do Comitê Internacional a favor de uma causa que, apesar do apoio que recebe em numerosos países, é silenciada pelos grandes meios de comunicação, especialmente dentro da nação nortenha.