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Fim à injustiça, liberdade agora para antiterroristas cubanos
Fim à injustiça, liberdade agora é o grito que percorre a terra hoje quando se cumprem 12 anos do encarceramento dos cinco antiterroristas cubanos, prisioneiros políticos nos Estados Unidos.
Fonte
Prensa Latina
Data
Fim à injustiça, liberdade agora é o grito que percorre a terra hoje quando se cumprem 12 anos do encarceramento dos cinco antiterroristas cubanos, prisioneiros políticos nos Estados Unidos.
Graciela Ramírez, coordenadora do Comitê Internacional para a Liberdade dos Cinco, como são identificados Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerreiro, Fernando González e René González, afirma à Prensa Latina que "esse grito é o que anima a todos os amigos desta causa em cada continente".
Ramírez assinalou que durante a jornada de ações que se estende desde deste dia 12 até 8 de outubro, se realizarão "exposições de cartazes, apresentações de documentários, de livros, manifestações em frente às embaixadas dos Estados Unidos nas diferentes latitudes, concertos...".
"É um momento especial, que convoca à mobilização, que concluirá realmente quando eles regressem à pátria, a sua família, a seus lares", precisou esta argentina, lutadora desde sua juventude pelos direitos humanos.
Para ela é "inconcebível o silêncio dos grandes meios de imprensa decorridos 12 anos dessa detenção" e reiterou que ante esta injustiça "sentimos uma indignação tremenda".
Enquanto "cinco homens absolutamente inocentes" estão em prisões, "criminosos terríveis como Luis Posada Carriles gozam do amparo da administração estadounidense e passeiam como cidadãos honoráveis pelas ruas de Miami".
Graciela condenou com suas palavras o "grave atropelo" a que têm sido submetidos Gerardo, Ramón, Antonio, Fernando e René, desde o 12 de setembro de 1998, quando foram "arbitrariamente presos".
"Têm sido levados à solitária, têm manipulado os vistos das famílias para ir visitá-los, um direito inalienável da cada prisioneiro...", disse.
Recordou que em 2005 "tivemos esperança quando o Grupo de Detenções Arbitrárias da ONU concluiu que a detenção dos Cinco era algo ilegal".
"Tivemos também esperança quando neste mesmo ano três juízes determinaram que tinha que fazer um novo julgamento, mas depois se produziu a barbaridade de revogar essa falha", disse.
Isto não indica, comentou Ramírez, que para "libertar aos Cinco precisamos, como tem dito Gerardo, um júri de milhões. É a solidariedade internacional que fará com que regressem a sua pátria e temos que consegui-lo agora".
A jornada mundial que se inicia é um ponto, "uma bandeira posta em nosso plano permanente de trabalho neste pedido de que se faça justiça", falou.
A coordenadora do Comitê, pontualizou que "hoje reivindicamos estes 12 anos de resistência dos Cinco; eles não têm enfraquecido nas prisões, não estão tristes; eles nem sequer sentem ódio".
Ao longo deste tempo Parlementos, legisladores, Prêmios Nobel, artistas, personalidades de todos os setores se somaram a esta batalha. "Falta-nos que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, faça valer que é um Nobel da Paz e liberte aos Cinco. Esá em suas mãos, ele o pode fazer", sublinhou.
Graciela Ramírez, coordenadora do Comitê Internacional para a Liberdade dos Cinco, como são identificados Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerreiro, Fernando González e René González, afirma à Prensa Latina que "esse grito é o que anima a todos os amigos desta causa em cada continente".
Ramírez assinalou que durante a jornada de ações que se estende desde deste dia 12 até 8 de outubro, se realizarão "exposições de cartazes, apresentações de documentários, de livros, manifestações em frente às embaixadas dos Estados Unidos nas diferentes latitudes, concertos...".
"É um momento especial, que convoca à mobilização, que concluirá realmente quando eles regressem à pátria, a sua família, a seus lares", precisou esta argentina, lutadora desde sua juventude pelos direitos humanos.
Para ela é "inconcebível o silêncio dos grandes meios de imprensa decorridos 12 anos dessa detenção" e reiterou que ante esta injustiça "sentimos uma indignação tremenda".
Enquanto "cinco homens absolutamente inocentes" estão em prisões, "criminosos terríveis como Luis Posada Carriles gozam do amparo da administração estadounidense e passeiam como cidadãos honoráveis pelas ruas de Miami".
Graciela condenou com suas palavras o "grave atropelo" a que têm sido submetidos Gerardo, Ramón, Antonio, Fernando e René, desde o 12 de setembro de 1998, quando foram "arbitrariamente presos".
"Têm sido levados à solitária, têm manipulado os vistos das famílias para ir visitá-los, um direito inalienável da cada prisioneiro...", disse.
Recordou que em 2005 "tivemos esperança quando o Grupo de Detenções Arbitrárias da ONU concluiu que a detenção dos Cinco era algo ilegal".
"Tivemos também esperança quando neste mesmo ano três juízes determinaram que tinha que fazer um novo julgamento, mas depois se produziu a barbaridade de revogar essa falha", disse.
Isto não indica, comentou Ramírez, que para "libertar aos Cinco precisamos, como tem dito Gerardo, um júri de milhões. É a solidariedade internacional que fará com que regressem a sua pátria e temos que consegui-lo agora".
A jornada mundial que se inicia é um ponto, "uma bandeira posta em nosso plano permanente de trabalho neste pedido de que se faça justiça", falou.
A coordenadora do Comitê, pontualizou que "hoje reivindicamos estes 12 anos de resistência dos Cinco; eles não têm enfraquecido nas prisões, não estão tristes; eles nem sequer sentem ódio".
Ao longo deste tempo Parlementos, legisladores, Prêmios Nobel, artistas, personalidades de todos os setores se somaram a esta batalha. "Falta-nos que o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, faça valer que é um Nobel da Paz e liberte aos Cinco. Esá em suas mãos, ele o pode fazer", sublinhou.
