Kangamba bate recorde de público e projeções em Cuba
O filme cubano Kangamba, de Rogelio Paris, bateu os recordes na quantidade de projeções e público se comparado com todos os logrametragens nacionais ou estrangeiros estreados neste ano na Ilha.
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ACN
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O filme cubano Kangamba, de Rogelio Paris, bateu os recordes na quantidade de projeções e público se comparado com todos os logrametragens nacionais ou estrangeiros estreados neste ano na Ilha.

Segundo informes da vice-presidência do Instituto Cubano de Arte e Indústria Cinematográficas (ICAIC), o filme, que reflete a participação da nação caribenha na guerra pela soberania de Angola, foi assistido até o momento por mais de 293 mil espectadores desde o passado dia dois de outubro, data da estréia.

Kangamba é exibida em 400 espaços diferentes. Dentre eles, 104 são 104 sedes dos Vídeo Clube Juvenis e outros 300 e tantos são cinemas, salas, instituições e lugares ao ar livre.

Apesar dos estragos no circuito nacional cinematográfico pela recente passagem de dois furacões, buscaram-se alternativas para que o longa pudesse ser desfrutado por todo o povo cubano, identificado com esse acontecimento. Milhares de combatentes foram lutar a Angola durante a guerra pela soberania.

Holguín, Camagüey e Las Tunas, três das províncias mais afetadas neste setor pela devastação deixada pelo Ike, têm cifras de visitantes acima de 52 mil, 18 mil e 35 mil, respectivamente, enquanto em Granma (onde se concentra a maior quantidade de veteranos de Cangamba) o número foi de 24 mil.

Kangamba, um dos filmes mais complexos da produção cinematográfica nacional, reflete a unidade cubano-angolana através de uma história de resistência na qual se conseguiu a vitória sobre as tropas organizadas pelo regime racista da África do Sul.