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Lembram pospor VI Congresso do Partido Comunista de Cuba
A VII plenária do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba (PCC) lembrou pospor a realização de seu VI Congresso até que conclua um amplo e profundo processo de análise da situação atual e perspectiva da nação, com os militantes e todo o povo.
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PL
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A VII plenária do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba (PCC) lembrou pospor a realização de seu VI Congresso até que conclua um amplo e profundo processo de análise da situação atual e perspectiva da nação, com os militantes e todo o povo.
Ao intervir a respeito da celebração dessa reunião, o presidente de Cuba, Raúl Castro, argumentou que este não pode ser um evento mais, segundo uma nota divulgada hoje no diário Granma.
Afirmou que o mais provável é que, por lei da vida, seja o último que encabece a direção histórica da Revolução. Acrescentou que são coisas muito sérias as que já estamos analisando. O tema principal é a economia, o que temos feito e o que há que aperfeiçoar e inclusive eliminar, pois estamos ante o imperativo de sacar bem as contas do que realmente dispõe o país, de quanto contamos para viver e nos desenvolver.
Primeiro impõe-se concluir a preparação do Partido, depois analisar com a população em seu conjunto e só realizar o Congresso quando esse grande processo tenha terminado, indicou.
Se queremos dar um congresso para valer, buscando-lhe solução aos problemas e olhando para o futuro, deve ser assim. "Tem que ser o povo, com seu Partido na vanguarda, o que decida", afirmou o presidente cubano.
Raúl Castro abordou os complexos desafios do país, especialmente no campo econômico, e a importância de não descuidar a defesa.
A agenda da importante reunião incluiu temas relacionados com o funcionamento do Partido, a defesa e as medidas que é preciso adotar de maneira imediata para enfrentar o impacto em Cuba da crise econômica que hoje afeta a toda a humanidade.
Assistiram como convidados, entre outros, os membros dos conselhos de Estado e de Ministros, os primeiros secretários do Partido nas províncias e os quadros centro das organizações de massas que não integram atualmente o Comitê Central do PCC.
Ao intervir a respeito da celebração dessa reunião, o presidente de Cuba, Raúl Castro, argumentou que este não pode ser um evento mais, segundo uma nota divulgada hoje no diário Granma.
Afirmou que o mais provável é que, por lei da vida, seja o último que encabece a direção histórica da Revolução. Acrescentou que são coisas muito sérias as que já estamos analisando. O tema principal é a economia, o que temos feito e o que há que aperfeiçoar e inclusive eliminar, pois estamos ante o imperativo de sacar bem as contas do que realmente dispõe o país, de quanto contamos para viver e nos desenvolver.
Primeiro impõe-se concluir a preparação do Partido, depois analisar com a população em seu conjunto e só realizar o Congresso quando esse grande processo tenha terminado, indicou.
Se queremos dar um congresso para valer, buscando-lhe solução aos problemas e olhando para o futuro, deve ser assim. "Tem que ser o povo, com seu Partido na vanguarda, o que decida", afirmou o presidente cubano.
Raúl Castro abordou os complexos desafios do país, especialmente no campo econômico, e a importância de não descuidar a defesa.
A agenda da importante reunião incluiu temas relacionados com o funcionamento do Partido, a defesa e as medidas que é preciso adotar de maneira imediata para enfrentar o impacto em Cuba da crise econômica que hoje afeta a toda a humanidade.
Assistiram como convidados, entre outros, os membros dos conselhos de Estado e de Ministros, os primeiros secretários do Partido nas províncias e os quadros centro das organizações de massas que não integram atualmente o Comitê Central do PCC.
