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Lutador antifascista espanhol encabeça chamado em prol dos Cinco
O poeta espanhol Marcos Ana, um dos símbolos da cultura antifascista, encabeça a lista de um grupo de ex-presos políticos daquele país que assinaram um chamamento de solidariedade e apoio à causa dos Cinco antiterroristas cubanos, encarcerados, desde setembro de 1998 em penitenciarias estadunidenses.
Fonte
ACN
Data
O poeta espanhol Marcos Ana, um dos símbolos da cultura antifascista, encabeça a lista de um grupo de ex-presos políticos daquele país que assinaram um chamamento de solidariedade e apoio à causa dos Cinco antiterroristas cubanos, encarcerados, desde setembro de 1998 em penitenciarias estadunidenses.
De acordo com Granma Internacional, o documento, assinado em Madri, exige do governo dos Estados Unidos que “ponha em liberdade imediata os Cinco cubanos”.
Para isto, o grupo, insiste que Gerardo Hernández, Fernando González, Antonio Guerrero, Ramón Labañino e René González, lutadores contra o terrorismo estão “injustamente presos nesse país”.
O texto pede também que se “permita que seus familiares possam visitá-los, especialmente as esposas de René González e Gerardo Hernández, a quem sistematicamente lhes negam os vistos, violando com isso os direitos humanos mais fundamentais dos presos e de seus familiares”.
“Exigimos dos EUA que ponham fim a estas violações e injustiças”, conclui o chamamento, realizado em um encontro efetuado na capital espanhola e cujo manuscrito foi enviado ao Granma.
Fernando Macarro Castillo — com destaque no mundo intelectual como Marcos Ana — nasceu em 20 de janeiro de 1920 em Salamanca. Durante sua intensa vida combateu na Guerra Civil espanhola, soube dos rigores do campo de concentração, esteve preso junto ao poeta Miguel Hernández, livrou duas condenações a morte, permaneceu no cárcere de 1946 até 1961 e sofreu o exílio.
Recentemente, Ana dedicou a cada um dos Cinco um exemplar de suas memórias Decidme ¿cómo es un árbol? (Dizei-me como é uma árvore?), porque “sou filho da solidariedade que acredito seja o que deve globalizar-se”, afirmou então.
De acordo com Granma Internacional, o documento, assinado em Madri, exige do governo dos Estados Unidos que “ponha em liberdade imediata os Cinco cubanos”.
Para isto, o grupo, insiste que Gerardo Hernández, Fernando González, Antonio Guerrero, Ramón Labañino e René González, lutadores contra o terrorismo estão “injustamente presos nesse país”.
O texto pede também que se “permita que seus familiares possam visitá-los, especialmente as esposas de René González e Gerardo Hernández, a quem sistematicamente lhes negam os vistos, violando com isso os direitos humanos mais fundamentais dos presos e de seus familiares”.
“Exigimos dos EUA que ponham fim a estas violações e injustiças”, conclui o chamamento, realizado em um encontro efetuado na capital espanhola e cujo manuscrito foi enviado ao Granma.
Fernando Macarro Castillo — com destaque no mundo intelectual como Marcos Ana — nasceu em 20 de janeiro de 1920 em Salamanca. Durante sua intensa vida combateu na Guerra Civil espanhola, soube dos rigores do campo de concentração, esteve preso junto ao poeta Miguel Hernández, livrou duas condenações a morte, permaneceu no cárcere de 1946 até 1961 e sofreu o exílio.
Recentemente, Ana dedicou a cada um dos Cinco um exemplar de suas memórias Decidme ¿cómo es un árbol? (Dizei-me como é uma árvore?), porque “sou filho da solidariedade que acredito seja o que deve globalizar-se”, afirmou então.