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Mãe de antiterrorista cubano receberá solidariedade na Nicarágua
Convidada pelo Movimento Sindical Nicaraguense, chegará hoje a esta capital Irma Sehwerert, mãe de um os cinco cubanos antiterroristas presos nos Estados Unidos, que participará aqui em outro foro internacional para demandar a libertação.
Fonte
Prensa Latina
Data
Convidada pelo Movimento Sindical Nicaraguense, chegará hoje a esta capital Irma Sehwerert, mãe de um os cinco cubanos antiterroristas presos nos Estados Unidos, que participará aqui em outro foro internacional para demandar a libertação.
Um dos organizadores do evento, Luis Barboza, presidente da Confederação Sindical de Trabalhadores José Benito Escobar, disse a Prensa Latina que no encontro pensam discutir e aprovar um plano de ação para continuar a luta.
Os Cinco, como se lhes conhece mundialmente, guardam prisão desde setembro de 1998 por monitorar as ações de grupos anticubanos radicados em território estadunidense.
Gerardo Hernández, René González, Ramón Labañino, Antonio Guerreiro e Fernando González cumprem condenações que chegam até dupla pena perpétua mais 15 anos de cárcere.
Antes de começar o evento de Manágua, no próximo 25 de agosto, importantes personalidades desta nação centro-americana também dedicarão espaços a conversar com a mãe de René.
Entre eles o presidente da Assembleia Nacional da Nicarágua, René Núñez, e os integrantes do Grupo Parlamentar de Solidariedade com Cuba, confirmou a Prensa Latina, o diplomata Leopoldo Vale.
O primeiro secretário para assuntos políticos da embaixada de Cuba na Nicarágua corroborou ademais que Irma sustentará um diálogo com grupos de solidariedade com a ilha.
Assistirá igualmente a uma cita organizada pela fundação de proteção à infância Meu Verde Sorriso, dirigida pelo Comandante da Revolução Tomás Borge.
René (o filho de Irma) leva quase 13 anos no cárcere ao igual que seus colegas, submetidos todos a sucessivos castigos arbitrários e privações do contato assíduo com os familiares, devido a uma conivência política, segundo avaliam juristas internacionais.
Um dos organizadores do evento, Luis Barboza, presidente da Confederação Sindical de Trabalhadores José Benito Escobar, disse a Prensa Latina que no encontro pensam discutir e aprovar um plano de ação para continuar a luta.
Os Cinco, como se lhes conhece mundialmente, guardam prisão desde setembro de 1998 por monitorar as ações de grupos anticubanos radicados em território estadunidense.
Gerardo Hernández, René González, Ramón Labañino, Antonio Guerreiro e Fernando González cumprem condenações que chegam até dupla pena perpétua mais 15 anos de cárcere.
Antes de começar o evento de Manágua, no próximo 25 de agosto, importantes personalidades desta nação centro-americana também dedicarão espaços a conversar com a mãe de René.
Entre eles o presidente da Assembleia Nacional da Nicarágua, René Núñez, e os integrantes do Grupo Parlamentar de Solidariedade com Cuba, confirmou a Prensa Latina, o diplomata Leopoldo Vale.
O primeiro secretário para assuntos políticos da embaixada de Cuba na Nicarágua corroborou ademais que Irma sustentará um diálogo com grupos de solidariedade com a ilha.
Assistirá igualmente a uma cita organizada pela fundação de proteção à infância Meu Verde Sorriso, dirigida pelo Comandante da Revolução Tomás Borge.
René (o filho de Irma) leva quase 13 anos no cárcere ao igual que seus colegas, submetidos todos a sucessivos castigos arbitrários e privações do contato assíduo com os familiares, devido a uma conivência política, segundo avaliam juristas internacionais.
