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Morreu o escritor uruguaio Mario Benedetti
Consternação popular e em círculos intelectuais da América Latina e outras partes do mundo, causou a notícia da morte, neste domingo em Montevidéu, do poeta e escritor uruguaio Mario Benedetti. O renomado intelectual tinha 88 anos.
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ACN
Data
Consternação popular e em círculos intelectuais da América Latina e outras partes do mundo, causou a notícia da morte, neste domingo em Montevidéu, do poeta e escritor uruguaio Mario Benedetti. O renomado intelectual tinha 88 anos.
O governo uruguaio decretou duelo nacional pela perda desta figura das letras universais e dispôs que seu velório fosse feito com toda a solenidade no Salão dos Passos Perdidos do Palácio Legislativo, sede do Congresso, assinalou o vice-presidente da República, Rodolfo Nin Novoa, segundo reportou TeleSur.
“Faleceu enquanto dormia em seu domicílio e em profunda paz. Aos poucos deixou de respirar”, disse seu secretário Ariel Silva, minutos antes que os médicos assinassem a ata que certificava sua morte.
No passado seis de maio, depois de 12 dias de hospitalização, o escritor, recebeu alta médica, pois tinha respondido excelentemente ao tratamento médico instituído, segundo disseram membros da família.
Numerosos intelectuais têm manifestado sua dor pela morte do admirado poeta, O escritor Miguel Barnet, presidente da União de Escritores e Artistas de Cuba, declarou a EFE que Bennedetti, atingiu o que mais almeja um escritor: ser popular.
“Senti dor com a morte de Mario Benedetti”, disse Barnet e agregou “seus poemas de uma estética coloquial têm servido muito às gerações mais jovens para namorar e para a leitura íntima. Mas, sobretudo, foi um grande contador de histórias”.
Assinalou que seu livro de contos “Montevideanos” revela “a alma de uma cidade” que se parece muito a Havana, que “ele captou como ninguém”, e entre suas novelas ressaltou “A Trégua”.
Barnet recordou que Benedetti, na época da ditadura militar uruguaia, viveu exilado na Ilha, e foi um amigo incondicional de Cuba.
O governo uruguaio decretou duelo nacional pela perda desta figura das letras universais e dispôs que seu velório fosse feito com toda a solenidade no Salão dos Passos Perdidos do Palácio Legislativo, sede do Congresso, assinalou o vice-presidente da República, Rodolfo Nin Novoa, segundo reportou TeleSur.
“Faleceu enquanto dormia em seu domicílio e em profunda paz. Aos poucos deixou de respirar”, disse seu secretário Ariel Silva, minutos antes que os médicos assinassem a ata que certificava sua morte.
No passado seis de maio, depois de 12 dias de hospitalização, o escritor, recebeu alta médica, pois tinha respondido excelentemente ao tratamento médico instituído, segundo disseram membros da família.
Numerosos intelectuais têm manifestado sua dor pela morte do admirado poeta, O escritor Miguel Barnet, presidente da União de Escritores e Artistas de Cuba, declarou a EFE que Bennedetti, atingiu o que mais almeja um escritor: ser popular.
“Senti dor com a morte de Mario Benedetti”, disse Barnet e agregou “seus poemas de uma estética coloquial têm servido muito às gerações mais jovens para namorar e para a leitura íntima. Mas, sobretudo, foi um grande contador de histórias”.
Assinalou que seu livro de contos “Montevideanos” revela “a alma de uma cidade” que se parece muito a Havana, que “ele captou como ninguém”, e entre suas novelas ressaltou “A Trégua”.
Barnet recordou que Benedetti, na época da ditadura militar uruguaia, viveu exilado na Ilha, e foi um amigo incondicional de Cuba.
